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Paloma-Rocha-Ney-Matogrosso-Joel-Pizzini
Nem tão Bossa Nova nem Tropicália, difícil explicar a identidade musical de um ícone brasileiro, Ney Matogrosso. Mas em entrevista coletiva concedida nesta terça-feira (29/04), no Espaço Itaú de Cinema em Botafogo, zona sul do Rio de Janeiro o cantor poeta que sempre se mostrou autêntico e, por muitas vezes, transgressor, deu uma ajudinha: “A minha arma era minha libido”, define-se Ney.

Ao lado do ex-vocalista do extinto grupo Secos & Molhados, o cineasta Joel Pizzini e a produtora Paloma Rocha também conversaram com os jornalistas presentes sobre o documentário Olho Nu, que homenageia a vida pessoal e artística do cantor. Depois de quatro anos coletando um vasto arquivo de imagens e montando o filme frame a frame, e ainda selecionando quais músicas seriam usadas (no total foram 85 canções), o projeto ficou pronto; “um trabalho difícil mas extremamente prazeroso”, comenta Paloma.

Na base da camaradagem, a ideia de fazer o documentário surgiu por parte do próprio artista e de seu amigo Paulo Mendonça, um dos sócios do canal de televisão por assinatura Canal Brasil. A partir daí, Ney chamou outro amigo de longa data, o diretor Joel Pizzini. Com o documentarista, Ney Matogrosso sabia que sua história estaria em boas mãos e seria contada ao melhor estilo do artista, excêntrico. “Não queríamos fazer de Olho Nu um documentário protocolar, Ney é um ator quando sobe ao palco e o documentário ficou a cara dele, criativo e performático”, afirma Pizzini.

Olho Nu vai estrear primeiramente no Festival Talkfest em Portugal, em dia 8 de maio, e dia 15 no Brasil.


Por Tiago Canavarros

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