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Começa hoje e vai até o dia 1º de novembro a 36ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, uma das maiores do mundo. Serão duas semanas de exibição de cerca de 350 filmes, vindos de mais de 60 países, que ocuparão 28 espaços, entre salas de cinema, museus e centros culturais.


A abertura oficial, apenas para convidados, aconteceu ontem, no Auditório Ibirapuera, com a exibição de No, do chileno  Pablo Larraín, indicado por seu país para disputar uma vaga de Oscar de melhor filme estrangeiro. 

A mostra deste ano terá cinco seções: Competição Novos Diretores, Perspectiva Internacional, Retrospectivas, Apresentações Especiais e Mostra Brasil. Os diretores brasileiros concorrerão ao Prêmio Itamaraty nas categorias Melhor Longa-Metragem Documentário (R$ 35) e Melhor Longa-Metragem de Ficção (R$ 50 mil).

O público também escolhe seus filmes preferidos, nas categorias Melhor Longa Estrangeiro de Ficção, Melhor Documentário Estrangeiro, Melhor Longa Brasileiro de Ficção, Melhor Documentário Brasileiro. A crítica especializada selecionará o melhor filme do evento. Este ano, pela primeira vez, a Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abracine) dará um prêmio para o melhor longa brasileiro na Competição Novos Diretores. 

Russo Tarkóvski ganha retrospectiva, mostra de fotografias e livro



O grande homenageado será o russo Andrei Tarkóvski (1932-1986), autor de A Infância de Ivan (1962), O Espelho (1975) e Stalker (1979). Haverá uma retrospectiva de suas obras e a exibição de documentários sobre o cineasta, além da exposição Luz Instantânea: Polaróides de Tarkóvski, com fotos feitas pelo diretor na Rússia e na Itália, no Museu de Arte de São Paulo (MASP). Será lançado ainda um livro com 60 dessas fotografias, intitulado Tarkóvski: Instantâneo, parceria entre a Mostra e a Cosac Naify.

Também ganham retrospectivas o ucraniano Sergei Loznitsa e o japonês Minoru Shibuya. Loznitsa é considerado um prodígio desde sua estreia em Cannes, em 2010,  com Minha Felicidade. Este ano, voltou ao festival francês com Na Neblina, ganhador do prêmio da crítica internacional. Shibuya (1907-1980) terá sete títulos exibidos na Mostra, entre os quais O Rabanete e a Cenoura, baseado no esboço inicial de um dos últimos roteiros do grande mestre Yusujiro Ozu, de quem foi assistente.

Informações: http://36.mostra.org/






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