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Em entrevista realizada no Pavilhão do Festival do Rio 2012, localizado no Cais do Porto, o diretor Breno Silveira, em presença dos atores Julio Andrade, Silvia Buarque, Land Vieira, falou sobre o filme biográfico de dois grandes artistas da história da música brasileira, Luiz Gonzaga e Gonzaguinha, chamado Gonzaga – De Pai pra Filho.

Coletiva "Gonzaga de Pai pra Filho"


Breno Silveira conta com o boca-a-boca e a manutenção do filme em circuito para atrair o público ao cinema


O longa metragem de R$ 12 milhões, que teve ótima recepção na abertura do evento, na última quinta feira (27/09) no Cine Odeon (Centro do Rio de Janeiro), é tido como uma grande esperança de bilheteria, em um ano marcado , até então, com baixa presença de público em filmes nacionais, à exceção da comédia E aí... Comeu?, de Felipe Joillly.

Entretanto, Silveira fez questão de frisar que não alimenta grandes expectativas. Ele acredita principalmente na força do “boca-a-boca” para atrair mais gente aos cinemas, assim como ocorreu no seu longa de maior sucesso, Dois Filhos de Francisco, em 2005, que chegou à marca de mais de 5 milhões de espectadores, sendo que, nas primeiras duas semanas, o longa  não tinha sequer chegado a 700 mil pessoas. Por isso, além de contar com a propagação entre as pessoas, o diretor ressalta a importância da manutenção do filme em cartaz, por parte dos exibidores.

Ainda segundo o autor, Gonzaga – De Pai pra Filho é um projeto iniciado há 7 anos, que ele fez questão de cuidar minuciosamente para que não faltasse nada na construção fílmica da biografia do Rei do Baião e seu filho, e elogiou à equipe técnica pelo trabalho feito na direção de arte e o elenco, notadamente o ator Júlio Andrade, que fez Gonzaguinha adulto.
Para a vaga de Gonzagão, foram 5 mil inscritos, comprovando a força que o compositor de “Asa Branca”  tem.  Entre tantos candidatos, o diretor escolheu alguém que soubesse cantar, tocar, atuar e também se parecia fisicamente com o músico.  O ator Chambinho, que interpreta o Gonzaga na fase adulto, embora não tenha os traquejos cênicos, conseguiu conciliar bem os requisitos.

Breno Silveira tem consciência absoluta de que era impossível relatar todos os momentos da história de pai e filho, mas, acredita que conseguiu fazer um filme para além do mito: “Gonzaga é um filme em que o brasileiro se vê, entra em contato com parte da história cultural do país por intermédio da trajetória de dois grandes ídolos genuinamente brasileiro




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