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1. Cisne Negro: “O que há além da perfeição, se o que é perfeito está acabado? Se a perfeição é a exclusão dos defeitos, das imperfeições, ser perfeito parece algo muito diferente de ser humano. Como não sofrer tentando não ser humano? Como não se ferir na busca obsessiva por superar os próprios limites?”.

2. O Discurso do Rei: “Como um bom filme inglês, temos um período histórico decisivo para o país tratado com toda a pompa e circunstância. O rei George VI assume o trono após a desistência de seu irmão, e, gago, teme realizar os discursos direcionados à sua nação”.

3. Planeta dos Macacos: A Origem: “O filme acerta em cheio, não apenas pela deslumbrante qualidade estética e inquestionável perfeição técnica, mas, principalmente, por dar respostas que fãs esperavam e fantasiavam há décadas. E, melhor ainda: com muito respeito pelo Planet of the Apes de 1968”. 

4. Meia Noite em Paris: “Woody Allen em sua melhor forma, mostrando seu amor pelo cinema e pelas artes, sua visão melancólica e um tanto cínica do mundo”.

5. A Árvore da Vida: “Uma lúdica viagem pelos mistérios da vida e os questionamentos que todo ser humano faz, pelo menos, em algum momento de sua efêmera existência, entrecortada por fragmentos de memórias e cenas do cotidiano de uma família comum”. 

6. O Vencedor: “Com perfeita orquestração das cenas de luta, transmite  tensão e a emoção de um combate, ao mesmo tempo  em que emociona com uma história sobre a superação de dificuldades e a necessidade de união para enfrentar desafios”.

7. Incêndios: “Uma mãe morre deixando a seus dois filhos cartas destinadas a um pai que achavam estar morto e um irmão que não sabiam existir. E cumprir o último desejo da mãe, encontrá-los e entregar os envelopes, torna-se uma obrigação”.

8. Biutiful: “O novo filme de Iñárritu é seu primeiro longa sem a participação do aclamado roteirista Guillermo Arriaga; os excepcionais requisitos, no entanto, imperam. A iminência da morte é, mais uma vez, o cerne da trama deste filme arrebatador”. 

9. Em um Mundo Melhor: “O questionamento sobre a cultura da violência é um elemento essencial no filme. Vemos onde começa a violência, mas durante todo o tempo tentamos imaginar onde ela pode parar. O conflito dá a impressão de ser uma bomba que está prestes a explodir”. 

10. Melancolia: “Fundador do Dogma 95, Lars Von Trier continua fiel à câmera na mão e filmagem em locações. Aderiu, no entanto, ao uso de efeitos visuais. Todas escolhas acertadas, assim como a ótima trilha musical e o elenco repleto de atores renomados”.

11. A Pele que Habito: “Almodóvar deixa seu filme totalmente contextualizado em uma das questões mais polêmicas de nosso tempo, e até prevê situações que ainda estamos por vivenciar. Ademais, para deleite de seus fãs, outras características marcantes do cineasta marcam presença”.

Obs.: escolhemos entre os filmes que estrearam comercialmente no Brasil em 2011, independentemente do ano de produção; todos os títulos dos filmes são clicáveis, para você conferir as respectivas críticas.




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