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1. Selton Mello (O Palhaço): “Este é apenas o segundo filme de Selton como diretor, mas já pode ser considerado como a demonstração da personalidade característica de um dos artistas mais completos do cinema nacional”.

2. Tom Hooper (O Discurso do Rei): “Como um bom filme inglês, temos um período histórico decisivo para o país tratado com toda a pompa e circunstância. O roteiro faz questão de contextualizar a importância da fala de um rei diante do advento do rádio e, principalmente, da iminência da Segunda Guerra Mundial”.

3. Terrence Malick (A Árvore da Vida): “Uma lúdica viagem pelos mistérios da vida e os questionamentos que todo ser humano faz, pelo menos, em algum momento de sua efêmera existência, entrecortada por fragmentos de memórias e cenas do cotidiano de uma família comum”.

4. Woody Allen (Meia Noite em Paris): “Meia Noite em Paris é Woody Allen em sua melhor forma, mostrando seu amor pelo cinema e pelas artes, sua visão melancólica e um tanto cínica do mundo”.

5. Rupert Wyatt (Planeta dos Macacos: A Origem): “A Origem acerta em cheio, não apenas pela deslumbrante qualidade estética e inquestionável perfeição técnica, mas, principalmente, por dar respostas que fãs esperavam e fantasiavam há décadas. E, melhor ainda: com muito respeito pelo Planet of the Apes de 1968”.

6. Alejandro Gonzales Iñarritu (Biutiful): “Sem Arriaga, Biutiful é uma espécie de continuação da Trilogia do Caos. A morte, a multiplicidade cultural, a depressão dos personagens com problemas severos... Iñárritu (desta vez também como roteirista) mantém sua marca”.

7. Pedro Almodóvar (A Pele que Habito): “Almodóvar deixa seu filme totalmente contextualizado em uma das questões mais polêmicas de nosso tempo, e até prevê situações que ainda estamos por vivenciar”.

8. Denis Villeneuve (Incêndios): “O filme se divide entre a busca dos irmãos por um país do Oriente Médio em meio a uma guerra, a religião e o passado”.

9. Susanne Bier (Em um Mundo Melhor): “O questionamento sobre a cultura da violência é um elemento essencial no filme. Vemos onde começa a violência, mas durante todo o tempo tentamos imaginar onde ela pode parar. O conflito dá a impressão de ser uma bomba que está prestes a explodir”.

10. George Clooney (Tudo Pelo Poder): “Num vasto conjunto de ideias, discute os bastidores da disputa presidencial nos EUA. Nesta obra encontramos referências reais de fatos e situações que já ocorreram no cenário político americano”.

11. Danny Boyle (127 Horas): “Boyle, desde Trainspotting (1996), um dos filmes mais cultuados pelo público alternativo, vem desenvolvendo uma linha autoral bem interessante.

Obs.: escolhemos entre os filmes que estrearam comercialmente no Brasil em 2011, independentemente do ano de produção; todos os títulos dos filmes são clicáveis, para você conferir as respectivas críticas. 




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  1. Fiquei muito satisfeita em ver Almodóvar (meu preferido), Woody Allen e Iñarritu entre os melhores do ano!

    Abs,
    escrevendoloucamente.blogspot.com

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  2. Cadê o Darren Aronosfky: :-O Foi o melhor!

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