2

Este sábado (29/10) será um dia especial para os fãs de Ozzy e Black Sabbath. A UCI irá exibir, com exclusividade e em sessões únicas nos cinemas da rede em todo o país, o documentário God Bless Ozzy Osbourne, às 21hs. Os cineastas Mike Fleiss e Mike Piscitelli passaram cerca de dois anos na estrada com Ozzy e, por incrível que pareça, sobreviveram. É com este tom bem humorado que o doc apresenta os altos e baixos da carreira desta lenda viva da história da música. 

O filme começa de forma convencional, apresentando cenas de bastidores de um show na Argentina e imagens de arquivo. Mas os diretores conquistam o público, não apenas por investigarem a vida de Ozzy, mas principalmente por investirem em uma linguagem muito honesta, que não tem a intenção de exaltar um ídolo, mas sim de apresentá-lo de forma humana, não escondendo seus defeitos. Afinal, os (inúmeros) erros de sua vida pessoal dividem espaço com seu sucesso como artista.

E as consequências do sucesso nem sempre são boas. Ozzy surgiu para o mundo muito novo e parece não ter assimilado a fama até hoje. De forma paradoxal, fica chateado quando alguém o aborda na rua e pede um autógrafo, mas também se irrita quando não é reconhecido. Se entregou ao álcool e às drogas e passou a juventude lutando não apenas para permanecer no topo das paradas musicais, mas pela sobriedade. E nem sempre ganhou. Ozzy reconhece que tem sorte de estar vivo.

A Infância pobre em Birmingham (Inglaterra), uma área operária do subúrbio, que havia sido bombardeada pelos alemães na 2ª Guerra Mundial, não oferecia muitas opções aos jovens. Na verdade, eram apenas três: prisão, fábrica ou exército. Mas o então John Michael Osbourne não queria nada disso. Ouvir os Beatles cantarem She Loves You no rádio mudou sua vida e o fez querer ser um astro do rock – em pouco tempo ele conseguiria.

Histórias curiosas e muito interessantes permeiam o documentário. A traumática demissão de Ozzy do Black Sabbath, sua carreira solo, o abuso de drogas, a famosa mordida no morcego, a vida em família, seus dois casamentos, a relação com os filhos... Além disso, depoimentos de personalidades importantes do mundo da música também estão no filme. Entre eles, de Paul McCartney, Robert Trujillo (baixista do Metallica), Henry Rollins (vocalista do Black Flag), Tommy Lee (baterista do Mötley Crüe) e, claro, dos integrantes do Black Sabbath.

Até hoje, aos 62 anos, com décadas de experiência, Ozzy ainda fica maravilhado, ansioso e agitado com os shows que faz em viagens pelo mundo. A paixão, e o perfeccionismo, que tem por seu trabalho é apresentada de forma engraçada, em uma montagem bem executada por Rich Fox, que faz o filme “respirar” com uma narrativa que alterna informação, música, momentos tensos e leves. God Bless Ozzy Osbourne é uma visita à discografia de Ozzy, que desvenda detalhes importantes de sua carreira, além de apresentar aspectos íntimos de sua vida. Imperdível para fãs do “cara mais doido do rock”. 

Por: Mattheus Rocha

Compre nos EUA e receba na sua casa


God Bless Ozzy Osbourne 94 min 
EUA, Austrália, Chile, Argentina, Canadá, Nova Zelândia, Reino Unido 2011
 Direção: Mike Fleiss, Mike Piscitelli 

Estreia: 29 de outubro (exibição única e exclusive na Rede UCI)

Compartilhe este conteúdo |

O Cinema está na Rede e também no Twitter O Cinema está na Rede e também no Facebook

Postar um comentário

  1. \o/ OZZY FOREVER !!! LONG LIVE TO THE PRINCE OF DARKNESS!!!

    ResponderExcluir
  2. Eu quero ver!!!!
    Ozzy é meu idolo!
    quando eu tinha uns 9 anos descobri o Black Sabbath, em 1989!
    Deste dia em diante minha vida mudou e procurei saber da história desta banda.
    Qundo vi que eles não tinham nada, vieram do nada, dei mais importancia a eles!
    Só fodas mesmo!
    Um dos pais do Metal, o estilo de musica mais tocado no mundo!

    ResponderExcluir

 
Top