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O Cinema na Rede prestigiou na noite da última segunda-feira (15/08), a pré-estreia do filme A Alegria (2010). A première no Unibanco Arteplex, em Botafogo, Rio de Janeiro, contou com a participação dos diretores Felipe Bragança e Marina Meliande, e de parte do elenco, cujo núcleo adolescente é formado basicamente por ‘não-atores’, com exceção de César Cardadeiro (o ator tem experiência no teatro, e na TV interpretou Betinho na minissérie Capitu). O diretor e roteirista Felipe Bragança conversou com o Cinema na Rede sobre a obra, que nas suas palavras é uma “aventura juvenil centrada em Luiza, (Tainá Medina) uma figura transgressora, com vontade de viver”. 

A protagonista é uma garota de 16 anos, sonhadora e idealista, que passa um tempo sozinha no apartamento da mãe, e esconde um primo que foi baleado em circunstâncias misteriosas. O longa A Alegria “é um filme pequeno, olhar particular da juventude no lugar onde vive; reconstrução da cidade através da renovação das utopias”, afirma Felipe, que nasceu e foi criado na região do Catete e Largo do Machado, bairros do Rio, nos quais a história transcorre.

O diretor destacou a importância das locações escolhidas; apesar do longa ter uma temática universal, “é um filme de bairro; Catete, Largo do Machado, parte do local para algo mais amplo”. Seguindo a onda juvenil de filmes recentes como Os Famosos e os Duendes da Morte, Desenrola, e As Melhores Coisas do Mundo, a aventura-fantástica A Alegria  quebra a barreira do realismo, na concepção de Felipe Bragança: “ Lida com o imaginário. Cinema fantástico dentro do Rio de Janeiro; o filme só existe por causa dessa cidade”, conclui.

A Alegria entra em cartaz nesta sexta-feira, 19 de agosto.


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