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James Wan, diretor de Jogos Mortais e Gritos Mortais, traz em Sobrenatural a história de uma família que se mudou recentemente para uma nova casa. Até que um dos filhos cai da escada e repentinamente entra em coma. Após esse evento, a mãe (Rose Byrne) começa a perceber acontecimentos estranhos. Espíritos do mal rondam a casa; coisas assustadoras começam a acontecer. A mãe tem de lidar com seu medo, com a doença do filho e a ausência do marido (Patrick Wilson) diante de tantos problemas.

Quando os eventos sobrenaturais começam a ficar mais intensos, eles decidem mudar da casa mal-assombrada, em busca de paz. Porém, ainda durante a mudança, a mãe volta a ter visões assustadoras. Esses espíritos e figuras medonhas que percorrem o filme o levam ao limite entre o terror e o trash. O excesso dessas presenças e da trilha sonora típica do gênero pesa nesse sentido. Há a impressão de que a qualquer minuto algo pior pode acontecer, por isso sustos sucedem outros sustos.

É então que, conversando com a sogra (Barbara Hershey), a mãe chega à conclusão de que não é a casa que está mal-assombrada, e sim, seu filho em coma. Ambas procuram a ajuda de uma senhora (Lin Shaye), que possui poderes mediúnicos. Descobre-se então que o garoto está preso em outra dimensão, comandada por espíritos atormentados que querem roubar sua vida. Uma viagem a esse mundo desconhecido começa, reservando muitas surpresas, no ápice do terror e das presenças malignas.

James Wan tem êxito com o resultado final, graças ao bom roteiro e à quebra na tradicional história da casa mal-assombrada. Para os amantes do gênero, esse filme pode tornar-se obra obrigatória na coleção. O longa traz novos aspectos ao não temer arriscar com a impactante aparição dos bizarros espíritos e com algumas características que quebram os clichês ao representá-los.



Sobrenatural (Insidious) – 102 min
EUA – 2010
Direção: James Wan
Roteiro: Leigh Whannell
Elenco: Patrick Wilson, Rose Byrne, Barbara Hershey, Ty Simpkins, Andrew Astor, Lin Shaye

Estreia: 21 de abril.

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  1. Adorei esse filme, nunca gritei vendo um filme de terror, até ver esse. O melhor é que você vê o que está combatendo (E preferia não ter visto D:)

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  2. Achei uma versão renovada de Polteirgeist (que eu adoro), mas com muito mais sustos! O que, na minha opinião, chega ser exagerado... já que eu prefiro a assombração mais implícita, aquela que mexe com nosso imaginário. Mas isso é uma questão de gosto (ou medo! rs), porque meu marido achou um dos filmes mais assustadores que já viu... Enfim, vale a pena assistir, tem bom roteiro e foge dos clichês, o que pra nós, amantes de um bom terror, faz toda a diferença!!

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