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Crítica - Grandes Olhos


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Cena do filme "Grandes Olhos"
Tim Burton se tornou conhecido por seu olhar diferente; seus filmes têm uma marca pessoal única, caracterizada pela narrativa fantástica e extremo requinte visual, chegando próximo ao surrealismo. Mas, quando ele próprio começou a se repetir e não obter tanto êxito como antes, decidiu mudar e investir numa obra naturalista, filmada de forma convencional. Assim nos chega Grandes Olhos, protagonizada por Amy Adams e Christoph Waltz.

A história em si é incrível: em 1958, no norte da Califórnia, Margaret Ulbrich (Adams), uma artista plástica maltratada pelo marido, foge de casa com sua filha e vai para San Francisco tentar reconstruir a vida. Consegue trabalho como ilustradora de mobiliário infantil e, nos fins de semana, faz retratos numa feira de arte em uma praça da cidade. Ali, conhece o simpático e expansivo Walter Keane (Waltz), pintor mais experiente. Em pouco tempo, se casam e batalham para se destacar no difícil circuito das artes da cidade. Por acaso, os quadros de Margaret, que retratam crianças com caras tristes e olhos grandes, caem no gosto popular. Como ela passa a assinar Keane, seu nome de casada, Walter dá a entender que ele é o autor das obras. Ganham muito dinheiro e ficam famosos, mas Margaret se ressente do fato de não levar o credito por sua própria obra. Somente uma década depois ela vai buscar esclarecer tudo.

Grandes Olhos”: longe do universo fantástico de Burton, resulta numa obra menor


Poster do filme "Grandes Olhos"
Se o drama real é fascinante, o filme está longe disso. A narrativa é pouco ambiciosa, linear. Questões como a importância da arte, relações de poder, opressão da mulher nos anos 50/60, nada disso é explorado. Apesar de ser narrada por um jornalista, Dick Nolan (Danny Huston), não há uma visão crítica externa. Há uma boa reconstituição de época e a fotografia é agradável.

Bons atores, Amy Adams e Christoph Waltz fazem um trabalho minimamente  competente, mas sem brilho. Ela começa como uma mulher insegura, reprimida e nunca chega a realmente mudar, apesar de ir atrás de seus direitos. Waltz está se especializando em interpretar homens maus e charmosos, e é o que faz mais uma vez aqui. O problema é que no final, ele apresenta uma interpretação caricaturesca. Terence Stamp, Jason Schzwartzman, atores bastante conhecidos, fazem pontas. 

Esperemos que nos próximos trabalhos Burton volte aos temas inusuais e a sua abordagem singular e original dessas histórias. 

Por Gilson Carvalho

Nota 5


Ficha Técnica

Olhos Grandes (Big Eyes) – 146 min.
EUA – 2014
Direção: Tim Burton
Roteiro: Scott Alexander, Larry Karaszewiski
Elenco: Amy Adams, Christoph Waltz, Krysten Ritter, Danny Huston, Terence Stamp,
Jason Schwartzman, James Saito

Estreia 29/01


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Crítica - A Teoria de Tudo


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Cena do filme "A Teoria de Tudo"
A genialidade do físico Stephen Hawking já seria motivo para uma biografia. O fato de ele ter realizado tudo o que realizou enfrentando uma doença degenerativa severa torna sua história ainda mais extraordinária. Por isso, A Teoria de Tudo, de James March chega aos cinemas precedido de muita expectativa, reforçada pelos prêmios e indicações que recebeu ao redor do mundo.

Baseado no livro escrito por sua ex-esposa Jane Hawking, a história é mais sobre o relacionamento dos dois do que sobre a carreira do cientista. Eles se conheceram na Universidade de Cambridge, Inglaterra, onde aos 21 anos Stephen fazia doutorado em Física, enquanto ela estudava Espanhol e Francês. O namoro começou ao mesmo tempo em que ele iniciava seus estudos sobre a singularidade espaço-tempo, que lhe valeriam o doutorado e o deixariam conhecido em todo o mundo científico. Até que Stephen descobriu que tem Esclerose Lateral Amórfica (ELA), na época conhecida como Doença do Neurônio Motor. O prognóstico era o pior possível: paralisia progressiva dos músculos até a perda total dos movimentos de todo o corpo e a morte em dois anos. Jane ficou ao seu lado e se casou com ele, que não só sobreviveu como deu três filhos a ela.

“A Teoria de Tudo”: a procura da fórmula da felicidade ao mesmo tempo em que se busca a origem do mundo


Poster do filme "A Teoria de Tudo"
Filmado de modo convencional, nem por isso o longa deixa de ser interessante.  Sente-se falta de profundidade em algumas questões, como o quase relacionamento extra-conjugal dela (com o incentivo dele), e o fim do casamento. Isso pode ser atribuído a impossibilidade, comum a quase todas as cinebiografias, de se abarcar décadas da vida de uma pessoa incomum em apenas duas horas. Além disso, é quase impossível não se deixar impressionar pela postura extremamente corajosa de ambos, Hawking e Jane, diante da imensa dificuldade de se construir um relacionamento bastante improvável. Um acerto foi não permitir que a narrativa caísse no melodrama; ao contrário, há geralmente um tom otimista e alguns momentos bem-humorados.  

O trabalho de Redmayne e Jones faz essa relação parecer não só crível como extremamente honesta, tornando fácil à plateia se identificar. Há que se destacar o extremo talento do jovem Redmayne ao retratar o personagem, incluindo o extenuante trabalho físico; é impressionante o modo como retorce os dedos, pende a cabeça, contorce a boca, distorce a voz, numa atuação realmente digna de aplausos. Jones também atua de modo preciso e sutil, mas marcante. 

Além do desempenho dos atores – que lhes valeu a indicação ao Oscar de melhor ator e melhor atriz, entre outros, há uma caprichada fotografia, que valoriza ainda mais belas locações que a cidade de Cambridge e sua célebre universidade proporcionam. No final, um breve flashback parece perguntar: algo deveria ter sido feito de modo diferente? A resposta é: absolutamente nada. 

Por Gilson Carvalho

Nota 7,5


Ficha Técnica

A Teoria de Tudo (The Theory of Everything) - 123 min.
Reino Unido – 2014
Direção: James Marsh
Roteiro: Anthony McCarten, baseado no livro de Jane Hawking
Elenco: Eddie Redmayne, Felicity Jones, Tom Prior, David Thewlis, Charlie Cox, Emily Watson, Simon McBurney

Estreia 29/01


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Crítica - A Entrevista


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Cena do filme "A Entrevista"
O mais controverso filme dos últimos tempos, A Entrevista só tem a ganhar com toda a polêmica em que se envolveu, como a invasão dos computadores da Sony, supostamente por hackers norte-coreanos, que teriam se sentido ultrajados pela forma como o presidente do país é retratado. Apesar de partir de uma ótima premissa, a produção é irregular, e a confusão poderá lhe trazer mais público do que merece. 

Dave Skylark (James Franco) é um apresentador de talk show apelativo na TV americana, onde celebridades fazem confissões bizarras. Apesar do sucesso do programa, seu produtor e amigo Aaron Rappaport (Seth Rogen) fica incomodado por um colega jornalista tirar sarro do seu trabalho, na sua opinião fútil e sem importância. Ao saber que o ditador da Coréia do Norte Kim Jong-un é seu fã, Skylark propõe que façam uma entrevista inédita com ele, o que traria prestígio e respeitabilidade para o programa. Com isso, a CIA, através da agente Lacey (Lizzy Kaplan), os recruta para assassinar o odiado supremo líder norte-coreano e bola um plano para que eles possam realizar a ação e sair do país em segurança.

Ao chegar à Pyongyang, contrariando todas as expectativas, Skylark é surpreendido pela organização, limpeza e fartura de que dispõe a população da capital coreana. Mais do que isso, fica encantando ao conhecer Kim Jong-un (Randall Park), que, aparentemente tem muito em comum com ele. Ambos adoram a cantora Katy Perry, por exemplo, e se identificam com a “profunda” letra de sua música Firework. Os dois se divertem muito juntos, a despeito das advertências de Rappaport de que o ditador é um eficiente manipulador.

Muito barulho por nada: “A Entrevista” é só mais uma inofensiva comédia americana


Poster do filme "A Entrevista"A Entrevista é o quinto filme em que Seth Rogen e James Franco atuam juntos, e essa intimidade transparece. Porém, enquanto Rogen acerta no tom e proporciona alguns momentos bem divertidos, Franco exagera nas caras e bocas e desagrada mais do que agrada. Melhor para os atores em papéis secundários, como Diana Bang, que interpreta Sook, oficial responsável por coordenador a entrevista e que aos poucos vai se envolvendo com Rappaport, e Randall Park. que faz um ótimo Kim Jong-un, graças também à excelente caracterização, 

Com acertada crítica à media norte-americana, muita piada de cunho sexual e escatologia, a comédia não difere muito da maioria das produções anteriores da dupla. No final, a pergunta que não quer calar: toda a falação pode ter sido uma jornada de marketing? Se for, não será a primeira vez que isso acontece e, como retrata um regime político conhecido pela propaganda, fica tudo no mesmo plano. Infelizmente, nesse caso, a vida é certamente mais surpreendente que a ficção.

Por Gilson Carvalho

Nota 5


Ficha Técnica

A Entrevista (The Interview) – 112 min.
EUA -2014
Direção: Seth Rogen, Evan Goldberg
Roteiro: Dan Sterling, Seth Rogen
Elenco: James Franco, Seth Rogen, Lizzy Kaplan, Randall Park, Diana Bang, Timothy Simmons, Reese Alexander

Estreia: 29/01

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18ª Mostra de Cinema de Tiradentes


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18ª Mostra de Cinema de Tiradentes
Começa hoje, dia 23 e vai até o dia 31 de janeiro a 18ª Mostra de Cinema de Tiradentes, na cidade histórica de Minas Gerais. Com o tema “Qual o lugar do cinema hoje?”, o evento terá 128 filmes nacionais, dois quais 37 são longas-metragens e 91 curtas-metragens. O filme de abertura será o longa-metragem inédito Órfãos do Eldorado, dirigido por Guilherme Coelho, e protagonizado pela atriz Dira Paes, homenageada da mostra deste ano.

Os longas-metragens serão distribuídos entre oito mostras temáticas: Aurora, Homenagem, Transições, Autorais, Sui Generis, Praça, Bendita e Mostrinha – além de uma sessão de Cine-Debate e a sessão de encerramento. Os vencedores das competições receberão o Troféu Barroco, prêmio do festival.

Na Mostra Aurora, seção dedicada à descoberta e experimentação da produção contemporânea brasileira, serão exibidos sete longas de jovens realizadores: A casa de Cecília, de Clarissa Appelt; Mais do que eu possa me reconhecer, de Allan Ribeiro; Medo do escuro, de Ivo Lopes Araújo; O animal sonhado, de Breno Baptista, Luciana Vieira, Rodrigo Fernandes, Samuel Brasileiro, Ticiana Augusto Lima e Victor Costa Lopes; O signo das tetas, de   Frederico Machado; Ressurgentes: um filme de ação direta, de Dácia Ibiapina; e Teobaldo Morto, Romeu Exilado, de Rodrigo de Oliveira. Estas produções concorrem ao prêmio da crítica e ao Prêmio Itamaraty, concedido pelo Ministério das Relações Exteriores,

Já o vencedor da mostra Transições, dedicada a filmes com olhar cinematográfico em construção, será escolhido pelo Júri Jovem. Participam desta seção os longas A despedida, de Marcelo Galvão;  Brasil S/A, de Marcelo Pedroso;  Casa Grande, de Fellipe Barbosa; Com os punhos cerrados, de Luiz Pretti, Pedro Diogenes e Ricardo Pretti; O tempo não existe no lugar em que estamos, de Dellani Lima, e Obra, de Gregorio Graziosi.

Os 91 curtas-metragens serão exibidos em dez mostras: Panorama, Dissonâncias – inaugurada nesta edição do evento-, Praça, Cena Mineira, Cena Regional, Formação, Jovem, Mostrinha e a Mostra Foco, cujo vencedor será definido pelo Júri da Crítica.

Além das mostras de filmes, haverá seminários, oficinas, exposições, lançamentos de livros e DVDs, leituras, apresentações teatrais e intervenções do coletivo #eufaçoamostra. A mostra acontecerá no Largo das Fôrras, com espaço para mais de mil espectadores; na Cine-Tenda, no Largo da Rodoviária, com 700 lugares; e no Cine-Teatro SESI, com 150 lugares. Todas as atividades são gratuitas e abertas ao público.  

Para mais informações e a programação, acesse o site da 18º Mostra de Cinema deTiradentes.


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Crítica - Foxcatcher: Uma História que Chocou o Mundo


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Cena do filme "Foxcatcher: Uma História que Chocou o Mundo"O fato que inspirou o drama Foxcatcher – Uma História que Chocou o Mundo pode não ter tido, à época, a repercussão que o título brasileiro sugere. No entanto, o trágico evento envolvendo atletas de ponta e o herdeiro de uma das maiores fortunas do mundo tinha todos os elementos para se tornar um grande filme. Coube a Bennet Miller a tarefa, parcialmente cumprida.

Em 1987, o campeão olímpico de luta greco-romana Mark Shultz (Channing Tatum) recebe uma proposta irrecusável: treinar e viver no centro de treinamento que o bilionário John Du Pont (Steve Carell) em sua propriedade, visando à medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Seul, no ano seguinte. Cansado da vida modesta que leva em sua cidadezinha do interior, apesar da medalha de ouro obtida em Los Angeles 1984, e de viver à sombra do irmão mais velho David Shultz (Mark Ruffalo), também detentor do ouro na mesma modalidade, ele aceita a proposta.

A relação de dependência que Mark mantinha com o irmão é transferida para Du Pont que, por sua vez, tenta de todas as maneiras provar seu valor a sua severa mãe (Vanessa Redgrave), o que inclui criar um moderno e bem equipado centro de treinamento de luta, esporte que ela despreza. Inseguro, Du Pont inventa um personagem para si mesmo, de modo a compensar sua insignificância, e lança mão de sua fortuna e posição social para manipular Mark, com consequências desastrosas. A saída é atrair o centrado Dave para o projeto, mas talvez já seja tarde demais. 

"Foxcatcher" fala de modo sutil da falência de valores americanos


Poster do filme "Foxcatcher: Uma História que Chocou o Mundo"Com várias indicações ao Oscar, entre os quais melhor diretor, ator, ator coadjuvante e roteiro original, Foxcatcher apresenta uma narrativa lenta, em que muitos detalhes são incluídos para fornecer uma visão profunda das personalidades complexas dos personagens. Assim o longa não tem muita ação, deixando para os últimos cinco minutos a sequencia de maior impacto. O maior problema, porém, é que aparentemente Miller pretende denunciar a decadência do país, a falência de certos valores fundamentais que Du Pont sempre evoca em suas aparições públicas, mas não pratica em sua vida privada. Isso, porém, é inserido de modo sutil, e acaba não funcionando para todas as plateias. 

No elenco, o grande destaque é Steve Carell, indicado ao Oscar de melhor ator,  em uma interpretação totalmente diferente daquelas em que estamos acostumados a vê-lo. Contido, investindo em expressões faciais e corporais, ele é prejudicado pela maquiagem de má qualidade. Channing Tatum, no centro da narrativa, tem um desempenho irregular, embora na maior parte das vezes consiga dar conta do difícil papel. Mark Ruffalo, concorrendo ao Oscar de melhor ator coadjuvante, está totalmente à vontade, em um das melhores performances de sua carreira.

Por Gilson Carvalho

Nota 7,5



Ficha Técnica

Foxcatcher: Uma História que Chocou o Mundo (Foxcatcher) – 129 min.
EUA - 2104
Direção: Bennet Miller
Roteiro: E. Max Fry, Dan Futterman
Elenco: Steve Carrel, Channing Tatum, Mark Ruffalo, Vanessa Redgrave, Sienna Miller, Anthony Michael Hall

Estreia: 22/01


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Mostra Verão de Clássicos


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Mostra "Verão de Clássicos - Cinemateca Brasileira"
Verão de Clássicos é a mostra que inaugura a programação 2015 da Cinemateca Brasileira, em São Paulo. Oportunidade única para o público conferir uma variada seleção de filmes clássicos e cults das mais diversas épocas, países e gêneros, terá sessões sempre em película com títulos pertencentes ao acervo de difusão da Cinemateca e de parceiros da instituição. A mostra começa no dia 22 de fevereiro e segue até o fim do verão, em março com entrada franca.

Entre os destaques, estão filmes como Mamma Roma, de Pier Paolo Pasolini, que conta com antológica interpretação de Anna Magnani no papel central; A Noite, de Michelangelo Antonioni, e o excelente trio Marcello Mastroianni, Jeanne Moreau e Monica Vitti; Morangos Silvestres, um dos filmes mais importantes de Ingmar Bergman, e Suspeita, clássico do início da fase americana de Alfred Hitchcock e início de sua parceria com Cary Grant. Raridades do cinema italiano, como Django Mata em Silêncio ou E o Chamavam Matador, de Massimo Pupillo, western spaghetti com o personagem Django, seguinte ao clássico de Sergio Corbucci, e Dois Fugitivos de Sing-Sing, comédia dirigida por um dos mestres do terror, Lucio Fulci, com a popular dupla Franco e Ciccio.

A seleção se completa com a exibição de filmes marcantes da década de 1990, como Amateur, encontro de um dos mestres do cinema independente americano Hal Hartley com a atriz francesa Isabelle Huppert, Aprile, um dos grandes filmes de Nanni Moretti, Amores Expressos, um dos primeiros sucessos de Wong Kar-Wai no Brasil, a comédia drag queen Priscilla, a Rainha do Deserto, de Stephan Elliott e Ondas do Destino, de Lars Von Trier com grandes atuações de Emily Watson e Katrin Cartlidge.

Com a colaboração da Fundação Japão e do Consulado Geral do Japão, serão exibidas obras-primas do cinema japonês: Fim de Verão, penúltimo filme de Yasujiro Ozu, Vida de Casado, uma das obras-primas de Mikio Naruse, Desejo Profano, de Shôhei Imamura, o road movie Família, de um dos mestres do melodrama, Yôji Yamada, e Verão feliz, uma comédia de toques melancólicos de Takeshi Kitano.

Serviço

Verão de Clássicos - Cinemateca Brasileira
Largo Senador Raul Cardoso 207, Vila Clementino – São Paulo
(11) 3512-6111

http://www.cinemateca.gov.br


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