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Crítica - O Duplo



Cena do filme "O Duplo"O Duplo, de Richard Ayoade, é um filme de suspense que traz Jesse Eisenberg em dois papéis. Curiosamente, chega aos cinemas brasileiros pouco menos de um ano após outra produção com o mesmo tema, O Homem Duplicado, de Dennis Villeneuve, estrelada por Jake Gyllenhaal.

Baseado livremente no romance de mesmo nome de autoria do escritor russo Fiódor Dostoievski publicado em 1846, apresenta uma atmosfera kafkiana. Simon James (Eisenberg) é um burocrata que trabalha em um escritório obscuro. Mais obscuro, porém, é ele próprio; ninguém percebe sua existência e o pobre funcionário é até barrado pelo segurança da empresa, que o obriga a retirar um cartão de visitante para chegar ao local onde trabalha há sete anos.

A única exceção é Hannah (Mia Wasikowska), responsável pelas fotocópias, que parece se interessar por Simon, mas sempre desaparece quando ele tenta se aproximar. Tudo muda quando surge James Simon (Eisenberg), idêntico fisicamente, mas oposto na personalidade, aparentemente disposto a assumir seu lugar.

Jesse Eisenberg faz dois personagens em "O Duplo", mas não convence em nenhum


Poster do filme "O Duplo"O Duplo chega aos cinemas brasileiros dois anos após seu lançamento internacional e depois de outro filme com temática semelhante, O Homem Duplicado, do canadense Dennis Villeneuve, estrelado por Jake Gyllenhall e baseado em conto do português José Saramago.  Bastante explorado na literatura e no cinema, o tema do duplo tem até um termo alemão para descrevê-lo –  Doppelgänger.

Para funcionar em um filme, é preciso que os dois personagens apresentem diferenças marcantes. Isso é o que Eisenberg quase não consegue. Simon James e James Simon pouco diferem, e ambos parecem deslocados. Assim o efeito pretendido não é alcançado, Esteticamente, detecta-se a influencia de Terry Gilliam, mas enquanto Brazil: O Filme é bem sucedido na crítica à coisificação e à burocratização da sociedade, O Duplo tem mais estilo do que conteúdo. 

Por Gilson Carvalho

Nota 4


Ficha Técnica

O Duplo (The Double) – 93 min.
Reino Unido – 2013
Diretor: Richard Ayoade
Roteiro: Richard Ayoade, baseado em romance de Fiódor Dostoievski
Elenco: Jesse Eisenberg, Mia  Wasikowska, Wallace Shaen, Noah Taylor, Yasmin Paige, Cathy Moriarty,  Phyllis Summerville, James Fox

Estreia: 26/02 


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Crítica - Belle e Sebastian


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Cena do filme "Belle e Sebastian"
Belle e Sebastian é a adaptação para o cinema da série infanto-juvenil de mesmo nome, de grande sucesso na TV francesa nos anos 1960, criada como uma versão local para a americana Lassie. Para diferenciá-la da produção original, o diretor Nicolar Vanier transferiu a ação para o período da Segunda Guerra Mundial.

Sebastian (Félix Bossuet) é um menino calado que vive com César (Tcheky Karyo), uma espécie de avô adotivo em um vilarejo entre França e Suíça. Enquanto sonha encontrar sua mãe que, segundo César, foi para a América, ele explora com liberdade as montanhas, mesmo com a opressão dos nazistas e a ameaça de uma fera que devora ovelhas.

O garoto encontra a tal fera, que na verdade é uma bela e arredia cachorra, batizada por ele de Belle. Pouco a pouco se tornam amigos, mas a população da cidadezinha reluta em aceitar o animal. Ao mesmo tempo, têm outras preocupações: ajudar a atravessar judeus para a Suiça, sob a constante vigilância dos soldados alemães.

“Belle e Sebastian” mostra a amizade entre um menino e uma cadela tendo como cenário os belíssimos Alpes franceses


Poster do filme "Belle e Sebastian"O olhar triste e doce do menino Félix Bossuet cativa desde o início. Sua interação com a cadela é perfeita, sendo responsável por ótimas sequências. A belíssima natureza dos Alpes, com picos nevados, rios de águas cristalinas e campos verdes, fornece um cenário perfeito para as aventuras do garoto e sua amiga. A acertada decisão do diretor de incluir um tema tão sério como a guerra dá mais peso ao filme, mas traz dificuldades para o ator mirim, que acaba revelando ainda não ter experiência suficiente para papéis dramáticos. O restante do elenco faz um bom trabalho, com destaque para o veterano Tcheky Karyo, Margaux Châtelier, que faz Angelina e Dimitri Storoge, o Dr.Guillaume.

É um filme para toda a família, feito com grande cuidado e apresentando momentos ternos e engraçados. Mesmo não sendo uma obra-prima, atinge seus objetivos: é divertido e mostra a linda região alpina da França, além de apresentar para as platéias atuais personagens já clássicos da cultura francesa. 

Por Gilson Carvalho

Nota 7


Ficha Técnica

Belle e Sebastian (Belle et Sébastien) – 104 min.
França – 2013
Diretor: Nicolas Vanier
Roteiro: Juliette Sales, Fabien Suarez, Nicolas Vanier, baseado em obra de Cécile Aubry
Elenco: Félix Bossuet, Tcheky Karyo, Margaux Châtelier, Dimitri Storoge, Andreas Pietschmann, Urbain Canceller

Estreia: 12/02


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Crítica - Cinquenta Tons de Cinza


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Cena do filme "Cinquenta Tons de Cinza"
Um fenômeno literário, com mais de 100 milhões de cópias vendidas, Cinquenta Tons de Cinza, de E.L. James era uma das mais aguardadas adaptações dos últimos anos. O filme chegou aos cinemas de todo o mundo nesta quinta-feira, frustrando as expectativas de quem esperava um romance caliente e estimulante.

Cinquenta Tons de Cinza é asséptico, inodoro, incolor. Tudo é controlado, premeditado, censurado. Parece um comercial de TV dirigido a todos os públicos, tendo assim que tomar cuidado para não ofender ninguém. O centro da trama, as práticas sexuais, digamos “alternativas”, do personagem-título prometem mais do que acontecem e o Sr.Cinza (Grey) do título tem muito menos nuances do que o esperado.

Anastasia Steele (Dakota Johnson) vai entrevistar Christian Grey (Jamie Dornan)  na sede de sua corporação. A atração é imediata, mas ela não crê que tenha chance com o bilionário. Para sua surpresa, porém, ele passa a cortejá-la e os dois acabam se envolvendo. Até que ela descobre que ele é adepto de práticas sexuais diferentes da “normalidade.” Apaixonada, Anastasia aceita submeter-se às formas diferentes de fazer sexo, como uma tentativa de entender a personalidade do jovem empresário. 

"Cinquenta Tons de Cinza" tem menos nuances e é menos excitante e transgressor do que promete


Poster do filme "Cinquenta Tons de Cinza"Embora atraente, Jamie Dornan não projeta o carisma que Christian Grey, seu personagem, exige.  Nesse sentido, Dakota Johnson se sai melhor como Anastasia  Steele, jovem estudante de literatura inglesa, inicialmente tímida e sonhadora, que pouco a pouco vai penetrando no misterioso mundo de perversidades sexuais do namorado. Mas se o crédito de atuação razoável pode ser dada à atriz, não se pode atribuir apenas ao ator sua sofrível colaboração. O problema é que não há história, não há drama, não há quase nada com que se trabalhar. Christian Grey é “perturbado de cinquenta diferentes maneiras”, como ele mesmo diz ao tentar explicar a Anastasia o motivo de se deleitar com fetiches do tipo espancamento, bondage e similares, mas não há qualquer indicação do por quê. Além disso, o que parece é que na visão da autora, ele é um pervertido, um anormal, só estando livre para exercitar esse desvio de conduta por ser bilionário e, portanto, acima da lei. Aliás, para a maioria das pessoas, ele é um grande partido,  imagem cultivada por ele, que se comporta como um cavalheiro em público, e ainda por cima dá de presente computadores, carros, passeios de helicópteros. No fim, não se entende se ele é perfeito ou perfeitamente idiota.

Obviamente, uma produção desse tipo, que visa a capturar o público já conquistado pela obra literária, é muito mais responsabilidade da empresa produtora do que da direção. Ainda assim, Sam Taylor-Johnson poderia (?) ter amenizado certos clichês e mudado alguns diálogos embaraçosos. A trilha sonora, de boa qualidade, a direção de arte, muito bem cuidada e o elenco secundário são pontos positivos. Resta esperar as continuações para saber se Anastasia vai se entregar de verdade aos prazeres da carne.
  
Por Gilson Carvalho

Nota 3


Ficha Técnica

Cinquenta Tons de Cinza (Fifty Shades of Grey) - 125 min.
EUA - 2015
Direação: Sam Taylor-Johnson
Roteiro: Kelly Marcel, baseado no romance de E.L. James
Elenco: Dakota Johnson, Jamie Dornan, Eloise Mumford, Victor Rasuk, Marcia Gay Harden, Jennifer Ehle

Estreia: 12/02



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Crítica - Corações de Ferro


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Cena do filme "Corações de Ferro"
Corações de Ferro é um filme de guerra em que não há heróis. O drama escrito e dirigido por David Ayer se distancia da maioria das produções do gênero, que quase sempre colocam os americanos como salvadores da pátria, e busca mostrar a irracionalidade dos conflitos armados. Mesmo o personagem principal Don “Wardaddy” Collier, representado por Brad Pitt, é um soldado cheio de contradições.

Durante a Segunda Guerra Mundial, um grupo de soldados americanos se move pelos campos de batalha na Europa executando, da melhor maneira possível, sua missão: matar.  Seu veículo, um tanque apelidado de Fury (Fúria, nome original do filme) é um ambiente sufocante em que se alternam momentos de euforia, depressão e até desespero. Ao longo do rastro de destruição que vai deixando pelo caminho, os laços entre os combatentes se reforçam e pelotão vai se tornando cada vez mais coeso. Também vão surgindo as personalidades de cada um. Há o impulsivo Grady “Coon-Ass” Travis  (Jon Bernthal), o religioso Boyd “Bible” Swan  (Shia LaBoeuf), o apaixonado hispânico Trini “Gordo” Garcia (Michael Peña), liderados pelo carismático e experiente Don.

“Corações de Ferro” nos leva até o interior da guerra – e o que se vê não é bonito


Poster do filme "Corações de Ferro"Até que chega Norman Elison (Logan Lerman), um jovem datilógrafo inocente que parece ter caído no lugar errado, na hora errada. A ele, Don dá um conselho sábio: faça seu trabalho da melhor maneira possível e não se apegue a ninguém. É principalmente através dos olhos de Lerman que passamos a ver a guerra. Entre pavor, repulsa e perplexidade, o rapaz vai compreendendo lentamente que está em uma espécie de jogo de vida ou morte.  

O ponto alto de Corações de Ferro são as batalhas, muito intensas e realistas. Mas, por serem detalhistas, acabam deixando a narrativa um pouco lenta. Percebe-se que a intenção era criar tensão, mas na prática isso não acontece. Embora fuja do maniqueísmo fácil, o longa não escapa de um certo sentimentalismo, que comparece, por exemplo, na relação entre Don e Norman, baseada no paternalismo, e na trilha sonora exagerada. A boa fotografia, em tons frios, que contrastam com o quente das bombas, granadas e tiros, e o bom desempenho dos atores garantem o interesse, principalmente para os aficionados pelo gênero.  

Por Gilson Carvalho

Nota 7


Ficha Técnica

Corações de Ferro (Fury) - min.
EUA – 2014
Diretor: David Ayer
Roteiro: David Ayer
Elenco: Brad Pitt, Logan Lerman, Shia LaBoeuf, Jon Bernthal, Michal Peña, Jim Parack, Brad William Henke, Jason Isaacs

Estreia: 05/02

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Crítica - Um Santo Vizinho


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Cena do filme "Um Santo Vizinho"Pode um homem de meia-idade, mal-humorado, que bebe e fuma demais, vive numa casa caótica, se relaciona com  uma stripper grávida aposta em corrida de cavalos e não tem um centavo servir de figura paterna para um menino franzino e meio nerd? Na comédia escrita e difigida por Theodore Melfi e estrelada por Bill Murray, pode. E de quebra, aprendemos que é legal não julgar as pessoas pela aparência, e que devemos valorizar as diferenças. 

Vincent (Murray) o vizinho do título, está longe de ser santo. Além da personalidade, digamos, peculiar, passa provavelmente pelo pior momento da sua vida. A história começa em um bar, com ele contando uma piada que ninguém acha engraçada. Mas o dia estava díficil desde o inicio. Vincent rouba uma maçã no mercado, leva uma bronca da stripper Daka (Naomi Watts) por não ter dinheiro para pagar por seus serviços, tenta conseguir um empréstimo num banco e descobre que já estourou todos os limites de crédito; nem fechar a conta consegue porque está em débito.  Mesmo assim, à sua moda, ele é feliz. Até que surgem a nova vizinha Maggie (Melissa McCarthy) e seu pequeno filho Oliver (Jaeden Lieberher) que, ele não sabe ainda, vão mudar a sua vida.  

"Um Santo Vizinho" não inova no roteiro mas tem bom elenco, com destaque para Bill Murry e ao menino Jaeden Liberher.  


Poster do filme "Um Santo Vizinho"Embora o roteiro não traga nada de novo - já foram feitas dezenas de filmes em que duas pessoas de personalidades opostas que por algum motivo se aproximam uma da outra e acbam se modificando, Um Santo Vizinho até certo ponto funciona porque se trata de uma produção despretensiosa, em que a mensagem é passada de modo sutil. Há poucos momentos que provocam risadas fartas, é verdade, mas tem situações politicamente incorretas, como o padre professor que diz que a melhor religião é a sua, a católica - porque é a que tem mais regras. Ou quando Vincent ensina Oliver a se defender - à base da pancada, do menino valentão que faz bullying contra ele. 

Assim, o melhor é mesmo o elenco. Bill Murray está tão à vontade que parece que o personagem foi escrito para ele. O mau-humor é genuino, assim como as mudanças graduais que ele vai vivendo, até se tornar um homem totalmente novo.  Felizmente, Mellisa McCarthy está contida, no papel da mãe solteira, trabalhadora e culpada por não ter tempo pro filho. Naomi Watts parece estranha fazendo uma stripper russa grávida com um sotaque falso. Mas o mais surpreendente, no bom sentido, é o menino Jaeden Lieberher. Seguro como um veterano, ele rouba a cena desde o início e faz o perfeito contraponto ao ranzinza Vincent.  

Por Gilson Carvalho

Nota 7


Ficha Técnica

Um Santo Vizinho (St. Vincent) – 103 min.
EUA – 2014
Direçao: Theodore Melfi 
Roteiro: Theodore Melfi 
Elenco: Bill Murray, Jaeden Lieberher, Melissa McCarthey, Naomi Campbell, Chris O’Dowd, Terrence Howard, Nate Corddry, Kimberly Quinn

Estreia: 05/02

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Retrospectiva Hector Babenco





Um dos mais importantes cineastas brasileiros, Hector Babenco comemora, em 2015, 40 anos do lançamento de seu primeiro longa-metragem. Para homenageá-lo, a Cinemateca Brasileira em parceria com a FAP – UNIFESP, apresenta de 12 de fevereiro a 8 de março, uma retrospectiva com todos seus filmes e uma exposição sobre sua obra.
Nascido em Mar del Plata, na Argentina em 1946, Babenco mudou-se para o Brasil aos 19 anos e naturalizou-se brasileiro em 1977. Em 1975 lançou seu primeiro longa, O Rei da Noite. Ao longo das últimas quatro décadas, escreveu e dirigiu filmes de diversas temáticas, com repercussão nacional e internacional. 
A retrospectiva completa Hector Babenco exibirá em 35mm todas as obras do diretor: O rei da noite (1975), Lúcio Flávio, o passageiro da agonia (1977), Pixote, a Lei do Mais Fraco (1980), O Beijo da Mulher-Aranha (1984), Ironweed (1987), Brincando nos Campos do Senhor (1990), Coração Iluminado (1998), Carandiru (2003) e O Passado (2007),
Soma-se a retrospectiva uma exposição com cartazes e cartazetes dos filmes e documentos curiosos como uma fotonovela de Lúcio Flávio, O Passageiro da Agonia, um compacto com a trilha sonora de Pixote, a Lei do Mais Fraco, o roteiro original de Carandiru com anotações do montador do longa, Mauro Alice entre outras, além de fotos de cena e dos bastidores dos filmes.
A exposição acontecerá no foyer da sala BNDES e tem entrada gratuita.
PROGRAMAÇÃO
QUINTA 12/02
SALA BNDES
18h00 - O Rei da Noite
20h00 - Lúcio Flávio, o Passageiro da Agonia
SEXTA 13/02
SALA BNDES
18h00 - Pixote, a Lei do Mais Fraco
20h30 - O Beijo da Mulher Aranha
SÁBADO 14/02
SALA BNDES
17h00 - Ironweed
20h00 - Brincando nos Campos do Senhor
DOMINGO 15/02
SALA BNDES
16h00 - Coração Iluminado
18h30 - Carandiru
21h00 - O Passado
QUINTA 19/02
SALA PETROBRAS
18h00 - O Passado
20h00 - O Rei da Noite
SEXTA 20/02
SALA PETROBRAS
19h00 - Brincando nos Campos do Senhor
SÁBADO 21/02
SALA PETROBRAS
16h00 - O Beijo da Mulher Aranha
18h30 - Lúcio Flávio, o Passageiro da Agonia
20h30 - Carandiru
DOMINGO 22/02
SALA PETROBRAS
16h00 - Ironweed
18h30 - Pixote, a Lei do Mais Fraco
21h00 - Coração Iluminado
QUINTA 26/02
SALA PETROBRAS
17h00 - Lúcio Flávio, o Passageiro da Agonia
19h00 - Coração Iluminado
SEXTA 27/02
SALA PETROBRAS
18h00 - Ironweed
20h30 - O Rei da Noite
SÁBADO 28/02
SALA PETROBRAS
16h00 - O Passado
18h30 - Pixote, A Lei do MaisS Fraco 
20h45 - O Beijo da Mulher Aranha
DOMINGO 01/03
SALA PETROBRAS
16h00 - Brincando nos Campos do Senhor
19h30 - Carandiru
SERVIÇO
Retrospectiva Hector Babenco - 12 de fevereiro a 08 de março
Cinemateca Brasileira

Largo Senador Raul Cardoso, 207 – Vila Mariana, São Paulo – SP
Informações: (11) 3512-6111 (ramal 215)
www.cinemateca.gov.br
Entrada Franca
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