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No Olho do Tornado
Lucy Os Mercenários 3 Não Pare na Pista Planeta dos Macacos - O Confronto
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Grande Prêmio do Cinema Brasileiro 2014 - Premiados


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Poster do filme "Faroeste Caboclo"
Faroeste caboclo, de Renê Sampaio, foi o grande vencedor da 13ª edição do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, entre na última terça-feira, 26 de agosto, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro.

Inspirado na canção de Renato Russo, levou para casa sete dos 13 prêmios a que havia sido indicado:  melhor longa-metragem de ficção, ator, fotografia, roteiro adaptado, montagem, som e trilha sonora original.

Flores raras valeu a Bruno Barreto o premio de melhor diretor, o de melhor atriz a Glória Pires, além de melhor direção de arte e melhor figurino. 

Serra Pelada, de Heitor Dhalia, venceu em efeito visual (empatado  com a animação Uma história de amor e fúria), maquiagem e ator coadjuvante (para Wagner Moura).

Uma das mais premiadas produções brasileiras em festivais internacionais, O som ao redor, de Kléber Mendonça Filho ganhou apenas o de melhor roteiro original. 

Recém-criada pela Academia Brasileira de Cinema, a categoria de melhor comédia consagrou Cine Holiúdy de Halder Gomes, também considerado o melhor longa de ficção no voto popular.

Uma história de amor e fúria, de Luiz Bolognesi,  vencedor no ano passado do  Festival de Annecy, na França, o mais importante da categoria, venceu o premio de melhor animação. 

Elena, de Petra Costa, ganhou o premio de melhor longa-metragem de documentário no voto popular, enquanto A luz do Tom, de Nelson Pereira dos Santos foi escolhido pelo júri da Academia.

Django livre, de Quentin Tarantino, foi eleito o melhor filme estrangeiro.

VENCEDORES DO GRANDE PRÊMIO DO CINEMA BRASILEIRO 2014:

MELHOR FILME
Faroeste Caboclo

MELHOR DOCUMENTÁRIO
A Luz do Tom

MELHOR COMÉDIA
Cine Holiúdy

MELHOR FILME INFANTIL
Meu Pé de Laranja Lima

MELHOR ANIMAÇÃO
Uma História de Amor e Fúria

MELHOR FILME ESTRANGEIRO
Django Livre (Estados Unidos)

MELHOR DIREÇÃO
Bruno Barreto (Flores Raras)

MELHOR ATOR
Fabrício Boliveira (Faroeste Caboclo)

MELHOR ATRIZ
Glória Pires (Flores Raras)

MELHOR ATOR COADJUVANTE
Wagner Moura (Serra Pelada)

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
Bianca Comparato (Somos Tão Jovens)

MELHOR FOTOGRAFIA
Gustavo Hadba (Faroeste Caboclo)

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE
José Joaquim Salles (Flores Raras)

MELHOR FIGURINO
Marcelo Pies (Flores Raras)

MELHOR MAQUIAGEM
Siva Rama Terra (Serra Pelada)

MELHORES EFEITOS VISUAIS
Uma História de Amor e Fúria
Serra Pelada

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL
Kléber Mendonça Filho (O Som ao Redor)

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO
Marcos Bernstein e Victor Atherino (Faroeste Caboclo)

MELHOR MONTAGEM - FICÇÃO
Márcio Hashimoto (Faroeste Caboclo)

MELHOR MONTAGEM - DOCUMENTÁRIO
Marília Moraes e Tina Baz (Elena)

MELHOR SOM
Leandro Lima, Mirian Biderman, Ricardo Chuí e Paulo Gama (Faroeste Caboclo)

MELHOR TRILHA SONORA
Paulo Jobim (A Luz do Tom)

MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL
Phillipe Seabra (Faroeste Caboclo)

MELHOR CURTA-METRAGEM DE FICÇÃO
Flerte, de Hsu Chien

MELHOR CURTA-METRAGEM DE DOCUMENTÁRIO
A Guerra dos Gibis, de Thiago Brandimarte Mendonça

MELHOR CURTA-METRAGEM DE ANIMAÇÃO
O Menino que Sabia Voar, de Douglas Alves Ferreira

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Crítica - Lucy


Cena do filme "Lucy"Em Lucy, o cineasta francês Luc Besson parte do mito de que um ser humano médio usa apenas 10% de sua capacidade cerebral para construir um filme de ficção científica ágil e intrigante, trazendo de quebra Scarlett Johansson sedutora e cheia de energia, como uma super-heroína. A diferença é que no lugar de salvar o universo, ela luta para salvar a si mesma.
E
m Taipei, uma jovem americana é mandada para uma armadilha pelo namorado, o cínico e mal-encarado Richard (Pilou Asbaek), que acorrenta ao pulso dela uma valise trancada. Para se livrar do incômodo objeto, Lucy deve levá-la ao misterioso Mr. Jang (Min-sik Choi), que se revela um cruel traficante de drogas. Contra a sua vontade, a moça se torna uma mula, devendo levar um pacote de CPH4, uma substância que o corpo humano produz naturalmente, mas que eles conseguiram sintetizar e potencializar. Por causa da brutalidade da máfia coreana, o narcótico se espalha por seu estômago e sua percepção do mundo começa a mudar. Ao mesmo tempo, em Paris, um cientista, Dr. Norman (Morgan Freeman) apresenta uma conferência sobre o que aconteceria se alguém conseguisse ampliar a utilização do cérebro. Exatamente o que está acontecendo com Lucy. 

"Lucy" dá oportunidade para Scarlett Johansson se destacar em filme de ação


Poster do filme "Lucy"Aparentemente feito para Scarlett Johansson, que apresenta uma excelente performance em sequencias de ação, por outro lado o longa desperdiça bons atores, que tem pouco espaço. Mesmo o personagem título é pouco desenvolvido, já que a moça se torna praticamente uma máquina após ser contaminada pela droga. Não sabemos o que pensa ou sente, apenas a vemos agir racionalmente e cada vez mais brutalmente. Ainda assim, ela liga para a mãe e cria uma conexão com o policial francês Pierre Del Rio (Amir Waked).

V
isualmente, Lucy é deslumbrante. Além de efeitos que simulam a expansão da mente da protagonista, a ação se desenvolve em dois belos cenários: Taipei e Paris, onde uma espetacular perseguição de automóvel tira partido da beleza da capital francesa. 
Luc Besson - um dos mais conhecidos e criticados cineastas franceses é, mais uma vez, auto-referente. Lucy cita Nikita (1990), O Quinto Elemento (1998) e até Joana D'Arc (1999). Acusado de apresentar mais forma que conteúdo, Besson garante estilo e diversão. Visto como realmente é - um bem produzido filme de ação, com um ótimo papel para uma atriz carismática, Lucy diverte e até faz desejar uma sequência. 

Por Gilson Carvalho

Nota 9


Ficha Técnica

Lucy – 89 min. 
França – 2104
Diretor: Luc Besson
Roteiro: Luc Besson
Elenco: Scarlett Johansson, Morgan Freeman, Min-sik Choi, Amir Waked, Pilou Asbaek, Analeigh Tipton, Julian Rhind-Tutt

Estreia 28/08



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Crítica - Magia ao Luar


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Woody Allen é uma máquina de fazer filmes, rodando pelo menos um por ano há mais de quatro décadas. Apesar de repetir temas e abordagem, sempre consegue trazer algo novo, como mostra sua produção mais recente, Magia ao Luar, estrelado por Colin Firth e Emma Stone.  

Nos anos 1920, Stanley Crawford (Firth) é um mágico respeitado que, caracterizado como um chinês chamado Wei Ling Soo, apresenta seus truques infalíveis em diversas capitais europeias.  Apesar do seu sucesso (ou por causa disso) é um homem intragável, sempre vendo a vida por uma perspectiva ácida. Desafiado por um velho amigo, o também mágico Howard (Simon McBurney), ruma para a Riviera Francesa para desmascarar uma jovem vidente, chamada Sophie Baker (Stone), que alega fazer contato com os mortos.


Em "Magia ao Luar", Allen volta ao tema ilusão x realidade 



Por causa dessa inusitada habilidade, Sophie conquista o rico e ingênuo Brice (Hamish Linklater) e sua mãe Grace Catledge (Jacki Weaver), que prometem financiar uma fundação para que ela desenvolva e ensine seus dons. Apesar de sua sagacidade, Stanley não consegue detectar nenhum truque e, pouco a pouco, de forma relutante, fica encantado com a garota.

Com um roteiro engenhoso, repleto de diálogos rápidos e inteligentes, cenários deslumbrantes, vestuário, música e fotografia caprichados, Magia ao Luar é um filme que atrai exatamente pelo conjunto. Todos os aspectos foram pensados para que a narrativa sobressaia. 

Mais uma vez Woody Allen se mostra um exímio diretor de atores. Tendo nas mãos grandes talentos como os veteranos Firth, Catledge, Eillen Atkins e Marcia Gay Harden e os mais jovens Stone e Linklater, consegue um registro coeso. Os destaques são Firth e Stone, que representam polos opostos que se atritam e se complementam. O único senão é a diferença de idade entre Stanley e Sophie, que torna o romance se não impossível, pelo menos improvável. Mas, com talento e charme, tanto Firth quanto Stone fazem com que esse detalhe seja menos importante.

Por Gilson Carvalho

Nota 8,5


Ficha Técnica

Magia ao Luar (Magic in the Moonlight) - 97 min.
Diretor: Woody Allen
Roteiro: Woody Allen
Elenco: Colin Firth, Emma Stone, Marcia Gay Harden, Simon McBurney, Jacki Weaver, Eileen Atkins, Hamish Linklater

Estreia 28/08

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Crítica - Sex Tape – Perdido nas Nuvens


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Cena do filme "Sex Tape - Perdido Nas Nuvens"
Sexo é um tema que Hollywood pouco explora e, quando o faz, é com excessivo moralismo. Sex Tape – Perdido Nas Nuvens tenta apimentar as coisas, mas fracassa.  Apesar da originalidade da idéia e da sensualidade da protagonista Cameron Diaz, a comédia de Jake Kasdan não é tão excitante quanto poderia ser.

Blogueira de sucesso, Annie (Diaz) constata que após anos casada com Jay (Jason Segel), sua vida sexual já não é tão satisfatória como costumava ser no início do relacionamento.  Além da falta de tempo e do cansaço, parece que a magia se foi. Como ambos admitem que gostam de assistir a pornografia, têm a ideia de fazer seu próprio vídeo pornô caseiro. Na empolgação do momento, Jay não apaga o vídeo que, ao invés disso, acaba indo parar na “nuvem”, podendo ser acessado por qualquer pessoa, inclusive seus amigos e colegas de trabalho. A partir daí, eles correm para evitar que a amadora, mas animada produção surja nas telas alheias. 

"Sex Tape - Perdido Nas Nuvens" tem pouco sexo e muita correria, sem chegar lá


Poster do filme "Sex Tape - Perdido Nas Nuvens"Se a premissa inicial é boa, o desenvolvimento do roteiro nem tanto; quem distribuiria tablets de presente para os amigos, como faz Jay? Embora se trate de um filme sobre sexo, há pouca nudez – no máximo a parte traseira do casal. Fala-se muito sobre o assunto, mas até a linguagem é bem cuidada para não ter problemas com a censura.

Mas, o maior problema é a falta de química entre o casal principal, a despeito da beleza e sensualidade de Cameron Diaz, que já se mostrou à vontade em comédias em que mostra o corpo, como Professora Sem Classe  (2011), do mesmo diretor e Tudo Para Ficar Com Ele (2002). Jason Segel, que também não brilha nas sequências de humor físico – Jay é perseguido por um cachorro feroz e é chantageado por um moleque. Faltam tramas e personagens secundários – os poucos que surgem até trazem alguma graça, como Rob Lowe e Jack Black, mas suas participações funcionam quase como esquetes. 

No fim, vencem o recato e a família. Perdem a comédia e a diversão. E pior, triunfa o mercado - que limita a criatividade e a ousadia e ainda fatura através de merchandising pra lá de desinibido, muito mais que o fogoso casal. 

Por Gilson Carvalho

Nota 5



Ficha Técnica

Sex Tape – Perdido nas Nuvens (Sex Tape)  - 97 min.
EUA – 2014
Diretor: Jake Kasdan
Roteiro: Kate Angelo, Jason Segel, Nicholas Stoller
Elenco: Cameron Diaz, Jason Segel, Rob Cordry, Ellie Kemper, Rob Lowe, Nat Faxon, Jack Black

Estreia: 21/08

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Crítica - Os Mercenários 3


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Cena do filme "Os Mercenários 3"
Mirando um público mais amplo, Os Mercenários 3 traz como novidade um novo grupo de renegados, bem mais jovens. Porém,  para garantir, os veteranos continuam lá, nem tão firmes e fortes, mas cada vez mais unidos em torno do seu líder, que apesar de matar por dinheiro, se mostra, no fundo, um cara gente boa.  

O filme começa em alta voltagem, mostrando Barney (Sylvester Stallone) e seu time resgatando Doc (Wesley Snipes) de um trem chinês de segurança máxima. Com o novo integrante, tentam e fracassam na missão de capturar um poderoso traficante de armas, na qual um companheiro é gravemente ferido, Barney decide então dispensar o grupo e arrimentar mercenários jovens para tentar novamente. O alvo, ele descobre, é osso duro de roer: Conrad Stonebanks (Mel Gibson), que supostamente havia morrido. Sob a supervisão de (Harrison Ford), vai até uma ex-república soviética travar uma batalha feroz contra o exército comandado pelo ex-mercenário que mudou de lado.


"Os Mercenários 3": muita ação e mortes sem sangue para um público que gosta disso


Poster do filme "Os Mercenários 3"Se é interessante ver tantos grandes nomes juntos, também é verdade que não há nenhuma inovação em relação às produções anteriores (exceto a ausência de Bruce Willis que, aparentemente, não acertou o salário). Por isso é curioso ver Mel Gibson no lado “errado.” E são dele, exatamente, as melhores sequências, que permitem alguma composição de personagem. Outros destaques são Antonio Banderas, que fornece a nota cômica ao fazer um assassino com alguns parafusos a menos e Harrison Ford fazendo manobras eletrizantes em um helicóptero.

Por outro lado, apesar de darem conta do recado, os novos mercenários não empolgam tanto quanto os antigos. A parte em que eles são recrutados é longa demais e não há uma integração entre todo o grupo. Stallone é mais bem sucedido por trás das câmeras, como produtor, co-autor do roteiro do que diante dela. 

Mas, a grande virtude de Os Mercenários é ser, assumidamente, um filme-pipoca, sem qualquer pretensão maior do que garantir duas horas de diversão (quase) pueril. Com mortes sem sangue e muita pirotecnia, resgata um tipo de filme de ação meio fora de moda na era dos super efeitos visuais. No fim, o que importa, realmente, é que o público a que se dirige vai ter aquilo que espera. 

Por Gilson Carvalho

Nota 6,5




Ficha Técnica

Os Mercenários 3 (The Expendables 3)  126 min.
EUA – 2104
Diretor: Patrick Hughes
Roteiro: Sylvester Stallone, Creighton Rothenberger e Katrin Benedikt
Elenco: Sylvester Stallone, Jason Statham, Harrison Ford, Arnald Schwarzenegger,  Mel Gibson,  Wesley Snipes, Dolph Lundgren, Antonio Baderas, Randy Couture, Kelsey Grammer, Terry Crews,  Glen Powell, Victor Ortiz, Ronda Rousey, Kellan Lutz 

Estreia 21/08


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42º Festival de Cinema de Gramado - Premiados



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Com a premiação dividida entre vários concorrentes, foi encerrado no último sábado, 16 de agosto, o 42º Festival de Cinema de Gramado. A Despedida, de Marcelo Galvão, levou três prêmios (Melhor Diretor, Melhor Ator – Nelson Xavier, Melhor Atriz, - Juliana Paes e Melhor Fotografia - Eduardo Makino). Infância, de Domingos de Oliveira, ganhou outros três (Melhor Roteiro – Domingos de Oliveira, Melhor Ator Coadjuvante – Paulo Betti e Melhor Montagem - Tina Saphira). Mas o melhor Longa-metragem brasileiro foi A Estrada 47, de Vicente Ferraz, que levou o troféu também o prêmio de Melhor Som.

Para o Júri Popular, o melhor filme foi O Segredo dos Diamantes, de Helvécio Ratton. Fernanda Montenegro ganhou um prêmio especial do júri, assim como o épico gaúcho Os Senhores da Guerra, de Tabajara Ruas.

Entre os longas latinos também houve polarização. El Lugar Del Hijo e Las Analfabetas levaram três prêmios cada. O primeiro ganhou Melhor Filme, Melhor Ator - Felipe Dieste e Melhor Roteiro - Manuel Nieto; o segundo, Melhor Diretor (Moisés Sepúlveda), Melhor Atriz (Paulina Garcia e Valentina Muhr) e Melhor Fotografia (Arnaldo Rodriguez). O Prêmio Dom Quixote foi para Las Analfabetas, de Moisés Sepúlveda. Para o júri popular, porém, o vencedor foi  Esclavo de Dios, de Joel Novoa.

Entre os curtas, quatro produções diferentes levaram os prêmios principais: Melhor Filme, para Se Essa Lua Fosse Minha, de Larissa Lewandowski; Melhor Diretor para Gustavo Vinagre, por La Llamada; Melhor filme / Júri Popular para A Pequena Vendedora de Fósforos, de Kyoko Yamashita e Prêmio Especial do Júri para O Clube, de Allan Ribeiro.

A crítica especializada escolheu  Sinfonia da Necrópole, de Juliana Rojas, como melhor Longa brasileiro,  El Crítico, de Hernán Guerschuny, como melhor longa latino e  La Llamada, de Gustavo Vinagre, como melhor curta.

PREMIADOS

LONGAS-METRAGENS BRASILEIROS

Melhor filme - A Estrada 47, de Vicente FerrazMelhor diretor - Marcelo Galvão, por A Despedida
Melhor ator - Nelson Xavier, por A Despedida
Melhor atriz - Juliana Paes, por A Despedida
Melhor roteiro - Domingos Oliveira, por Infância
Melhor ator coadjuvante -Paulo Betti, por Infância
Melhor atriz coadjuvante - Andrea Buzato, por Os Senhores da Guerra
Melhor fotografia - Eduardo Makino, por A Despedida
Melhor montagem - Tina Saphira, por Infância
Melhor direção de arte - Moacyr Gramacho, por A Luneta do Tempo
Melhor trilha musical  - Alceu Valença, por A Luneta do Tempo
Melhor desenho de som - Branco Neskov, por A Estrada 47
Melhor filme / Júri Popular - O Segredo dos Diamantes, de Helvécio RattonPrêmio Especial do Júri (1) - Os Senhores da Guerra, de Tabajara RuasPrêmio Especial do Júri (1) - Fernanda Montenegro, por Infância

CURTAS-METRAGENS

Melhor filme - Se Essa Lua Fosse Minha, de Larissa LewandowskiMelhor diretor - Gustavo Vinagre, por La Llamada
Ator - Guilherme Silva, por Carranca
Atriz - Rafaela Souza, por Carranca
Roteiro - Caio Ryuichi Yossimi, por O Coração do Príncipe
Fotografia - Giovanna Pezzo, por La Llamada
Montagem - Carlos Adriano, por Sem Título #1: Dance of Leitfossil
Direção de arte - Caio Ryuichi Yossimi, por O Coração do Príncipe
Trilha musical - Sem Título #1: Dance of Leitfossil
Desenho de som - Guga Rocha, por História Natural
Prêmio Especial do júri - O Clube, Allan RibeiroMelhor filme / Júri Popular - A Pequena Vendedora de Fósforos, de Kyoko Yamashita
LONGAS-METRAGENS LATINOS 

Melhor filme  - El Lugar Del Hijo, de Manuel Nieto
Melhor diretor - Moisés Sepúlveda, por Las Analfabetas
Melhor ator - Felipe Dieste, por El Lugar Del Hijo
Melhor atriz - Paulina Garcia e Valentina Muhr, por Las Analfabetas
Melhor roteiro - Manuel Nieto, por El Lugar Del Hijo
Melhor fotografia - Arnaldo Rodriguez, por Las Analfabetas
Melhor filme / Júri Popular - Esclavo de Dios, de Joel Novoa

JÚRI DA CRÍTICA

Melhor longa brasileiro / Júri da Crítica - Sinfonia da Necrópole, de Juliana Rojas
Melhor longa latino / Júri da Crítica - El Crítico, de Hernán Guerschuny
Melhor Curta / Júri da Crítica - La Llamada, de Gustavo Vinagre

Prêmio Canal Brasil - A Pequena Vendedora de Fósforos, de Kyoko Yamashita

Prêmio Dom Quixote - Las Analfabetas, de Moisés Sepúlveda



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