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Transcendence
Planeta dos Macacos - O Confronto O Espelho O Grande Hotel Budapeste O Céu é de Verdade
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6th Paulínia Film Festival - Premiação






Poster do filme "A História da Eternidade"
A História da Eternidade foi o grande vencedor do 6º Festival de Paulínia. Ganhou os troféus de melhor filme, diretor (Camilo Cavalcante), ator (Irandhir Santos) e atriz (dividido entre Marcélia Cartaxo, Zezita Matos e Debora Ingrid), além do prêmio da crítica. Casa Grande, de Fellipe Barbosa venceu nas categorias roteiro (Fellipe Barbosa Karen Aztajnberg), ator coadjuvante (Marcelo Novais), atriz coadjuvante (Clarissa Pinheiro) e Prêmio Especial do Júri.

Castanha e Aprendi a Jogar Com Você, Sinfonia da Necrópole e Boa Sorte  ganharam apenas um prêmio cada: som, montagem, trilha sonora e direção de arte, respectivamente.

Entre os curtas, o grande vencedor foi O Clube, que levou quatro dos seis prêmios: melhor filme, melhor direção, prêmio do público e prêmio da crítica. O Bom Comportamento ganhou o prêmio especial do júri e  Edifício Tatuapé Mahal,  o de melhor roteiro.

LISTA COMPLETA DA PREMIAÇÃO

Filmes de longa-metragem

Melhor Filme: A HISTÓRIA DA ETERNIDADE, de Camilo Cavalcante
Melhor Direção: CAMILO CAVALCANTE, por A História da Eternidade 
Melhor Ator: IRANDHIR SANTOS, por A História da Eternidade
Melhor Atriz: MARCÉLIA CARTAXO, ZEZITA MATOS E DEBORA INGRID, por A História da Eternidade
Melhor Ator coadjuvante: MARCELLO NOVAES, por  Casa Grande
Melhor Atriz coadjuvante: CLARISSA PINHEIRO, por Casa Grande
Melhor Roteiro: FELLIPE BARBOSA E KAREN SZTAJNBERG, por Casa Grande
Melhor Fotografia: MAURO PINHEIRO JÚNIOR, por Sangue Azul
Melhor Montagem: EVA RANDOLPH, por Aprendi a Jogar com Você
Melhor Som: THIAGO BELLO por Castanha
Melhor Direção de arte: CLAUDIO AMARAL PEIXOTO, por Boa Sorte
Melhor Trilha Sonora: JULIANA ROJAS, MARCO DUTRA E RAMIRO MURILO, por Sinfonia da Necropole
Melhor Figurino: JULIANA PRYSTHON, por Sangue Azul
Especial Júri: FELLIPE BARBOSA, por Casa Grande

Filmes de curta-metragem

Melhor filme: O CLUBE, de Allan Ribeiro
Melhor Direção: ALLAN RIBEIRO, por O Clube
Melhor Roteiro: CAROLINA MARKOWICZ E FERNANDA SALLOUM, por Edifício Tatuapé Mahal
Especial Júri: O BOM COMPORTAMENTO, de Eva Randolph
Prêmio do Público
Melhor longa-metragem: BOA SORTE, de Carolina Jabor
Melhor curta-metragem: O CLUBE, de Allan Ribeiro

JÚRI ABRACCINE – Associação Brasileira de Críticos de Cinema

Melhor longa-metragem: A HISTÓRIA DA ETERNIDADE, de Camilo Cavalcante
Melhor curta-metragem: O CLUBE, de Allan Ribeiro


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Crítica - Sem Evidências


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Cena do filme "Sem Evidências"
Preconceito, intolerância, fanatismo e uma investigação policial falha, elementos que redundaram em um dos mais escandalosos casos de erro judicial dos Estados Unidos, são o tema de Sem Evidências, thriller criminal dirigido pelo canadense Atom Egoyan e estrelado por Colin Firth e Reese Witherspoon. 

Baseado em um conhecido caso real, o filme recria o julgamento de três adolescentes condenados por assassinar três meninos de 8 anos em West Memphis, Estados Unidos, em 1993.  A questão é que os acusados, que foram apontados como autores do crime só porque gostavam de heavy metal, usavam roupas pretas e tinham interesse por ocultismo, até o fim se diziam inocentes. As provas que a promotoria apresentou eram todas circunstanciais e eventos importantes, como um homem visto coberto de sangue no banheiro de um restaurante no mesmo dia do desaparecimento dos garotos, sequer foi investigado. 

Não convencido da culpa dos rapazes, o  investigador particular Ron Lax (Firth) decide empreender uma busca por provas e acaba expondo a série de erros da polícia e da justiça. Outro personagem de destaque é Pam Hobbs (Whiterspoon), mãe de um dos meninos assassinados, que inicialmente parece segura do trabalho da polícia, pouco a pouco começa a duvidar das provas apresentadas. 

Homicídio triplo e erro judicial são recontados por Atom Egoyan em "Sem Evidências"


Poster do filme "Sem Evidências"Apesar do rico material de que dispunham – já foram produzidos quatro documentários, além do livro que tem o mesmo título – Devil's Knot, ou Nó do Diabo, em tradução livre, sem esquecer milhares de horas de noticiário de TV e de matérias jornalísticas, os roteiristas Paul Harris Boardman e Scott Derrickson, não se aprofundam, apenas colocando os fatos conhecidos, deixando que o espectador tire suas próprias conclusões. Decisão louvável, caso a dúvida sobre a legitimidade do julgamento já não tivesse sido posta em dúvida diversas outras vezes. 

Excelentes atores como Firth e Witherspoon não têm oportunidade de desenvolver um trabalho mais denso porque seus personagens são apresentados de forma superficial e fragmentada. Pam Hobbs, por exemplo, começa a suspeitar de outras pessoas, mas isso quase não é mostrado. De Ron Lax é esboçada a vida amorosa de Ron Lax, informação sem qualquer relevância para a trama. 

No final, Sem Evidências  não se mostra contundente na defesa dos supostamente inocentes rapazes, nem no questionamento da ineficiência – para dizer o mínimo,  da polícia, nem no impacto que um evento desse tipo tem sobre uma pequena e conservadora comunidade do sul dos Estados Unidos. Como muitas séries de TV, o filme é apenas um thriller de tribunal sem grande brilho e nem novidade. 

Por Gilson Carvalho

Nota 5



Ficha Técnica

Sem Evidências (Devi'ls Knot) – 114 min.
EUA – 2012
Direção: Atom Egoyan 
Roteiro: Paul Harris Boardman e Scott Derrickson , baseado em livro de Mara Leveritt 
Elenco: Colin Firth, Reese Witherspoon, Dane DeHaan, Mireille Enos, Kevin Durand, Elias Koteas, Stephen Moyer, Amy Ryan, Alessandro Nivola, Bruce Greenwood. 


Estreia: 24/07



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Anima Mundi


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Anima-Mundia-2014
O maior festival de animação das Américas e segundo maior do mundo chega a sua 22ª edição apresentando curtas e longas metragens nacionais e estrangeiros, masterclasss, oficinas gratuitas, workshops, Papos Animados, Anima Forum e muitas outras atividades.

O Festival Internacional de Animação do Brasil - Anima Mundi é um festival de superlativos. Serão apresentados 418 trabalhos de 47 países diferentes, selecionados a partir de 1928 filmes inscritos - um recorde. São esperados mais de cem mil espectadores nas sessões que acontecerão em diversos espaços de 25 de julho a 3 de agosto no Rio de Janeiro e 6 a 10 de agosto em São Paulo. A partir de setembro, o Festival percorre diversas outras cidades com o Circuito Anima Mundi.

O Brasil lidera a lista de produções com 109 filmes, seguido de França (63), Alemanha (20), Holanda (13), Israel (12), Coreia do Sul (8) e Rússia (5). Ainda serão mostrados filmes de países como Venezuela, Ucrânia, Tunísia, Taiwan, Turquia, Irã, Cingapura e Índia. Entre os destaques nacionais estão Até que a Sbornia nos Separe, de Otto Guerra, História Antes de Uma História, de Wilson Lazaretti, Minhocas, de Paolo Conti, e O Menino e O Mundo, de Alê Abreu. Entre os estrangeiros,  é a Suiça, que terá uma retrospectiva com 51 títulos

Para quem quer se concentrar nos filmes, há muitas opções: sessões competitivas (Galeria, Portifolio, Longas-Metragens, Curtas-Metragens, Curtas Infantis), avaliadas por um júri oficial e outro popular, e sessões não-competitivas (Futuro Animador, Animador em Curso, Panorama, Olho Neles. Longas Panorama).

Além das exibições de filmes, o Anima Mundi vai oferecer rodas de conversa com animadores convidados, performances, debates do Anima Forum e uma série de oficinas gratuitas de técnicas como Desenho Animado, Massinha (stop-motion), Areia, Pixilation, Animação em Película e Zootrópio.

O festival terá ainda alguns convidados especiais, como o norte-americano Chris Landreth – vencedor do Oscar de Melhor Curta de Animação em 2011 por Ryan e o veterano Robert Balser, um dos diretores de Yellow Submarine ,que vai falar sobre o clássico filme animado dos Beatles, que terá ainda uma exibição de cópia restaurada.
Serviço – Anima Mundi
Programação completa para Rio de Janeiro e São Paulo
Serviço 
Anima Mundi
Rio de Janeiro - 25 de  julho a 3 de agosto
Fundição Progresso (29 de julho a 3 de agosto)
Espaço Itaú de Cinema (25 a 30 de julho)
Oi Futuro Ipanema (27 a 31 de julho)
Centro Cultural Light (25 a 27 de julho)
São Paulo – De 6 a 10 de agosto
Espaço Itaú de Cinema Augusta
Ingresso: R$ 10,00 e  R$ 5,00 (meia)

Sessões gratuitas: Futuro Animador, Olho Neles, ComKids, HIstória Antes de Uma História e Yellow Submarino Retirada de senhas com 30 (trinta) minutos de antecedência. 

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Mostra Imovision 25 Anos


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Mostra Imovision 25 Anos
De 24 a 30 de julho, acontece em São Paulo, a Mostra  Imovision 25, com premières dos lançamentos da distribuidora Imovision para o segundo semestre deste ano e a presença de diretores e grande elenco internacional.

Com exibição no Reserva Cultural, a mostra terá 14 filmes, sendo 7 deles inéditos no circuito nacional e os outros 7 em retrospectiva. A seleção das reprises foi realizada pelos mais consagrados críticos de cinema do Brasil, em um catálogo com mais de 300 títulos, que fizeram parte destes 25 anos de história da Imovision. Os sete filmes mais votados foram: Amor à Flor da Pele, A Fita Branca, Vincere, Cinema, Aspirinas e Urubus, Amor, Dançando no Escuro e A Separação.

Quem vai desembarcar no Brasil para participar das comemorações dos 25 anos é a atriz britânica Jacqueline Bisset, o cineasta norte-americano Abel Ferrara, do aguardado Bem-Vindo a Nova York; a atriz iraniana Golshifteh Farahani, de A Pedra de Paciência; o ator mirim Mathéo Boisselier, protagonista da seqüência do sucesso infantil As Férias do Pequeno Nicolau; o diretor francês de etnia cigana e argelina Tony Gatlif e a compositora Delphine Mantoulet, de Geronimo; a diretora, roteirista e produtora palestino-americana Cherien Dabis, de O Casamento de May; o cantor e compositor Martinho da Vila e o diretor Georges Gachot, de O Samba e a diretora mexicana Mariana Chenillo e a atriz Daniela Rincón, de Paraíso.

Programação completa: www.imovision.com.br/

Serviço

Mostra Imovision 25 ANOS
24 a 30 de Julho
Local: Reserva Cultural – Av. Paulista, 900, São Paulo - SP

Passaportes:
Sessão Retrospectiva: R$ 30,00 meia / R$ 60,00 inteira
(válido para os 7 filmes da Retrospectiva da Mostra 25 anos)
pré-estreias: R$ 70,00 meia / R$ 140,00 inteira
(válido para os 7 filmes em pré-estreia da Mostra 25 anos)

Ingressos avulsos:
Sessão Retrospectiva: R$ 8,00 / R$ 16,00
Pre-estreias: R$ 14,00 / R$ 28,00


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Crítica - Planeta dos Macacos: O Confronto


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Cena do filme "Planeta dos Macacos: O Confronto"
Planeta dos Macacos: O Confronto, de Matt Reeves, é a continuação de Planeta dos Macacos, A Origem, de 2011, de Rupert Wyat. O sucesso do filme estrelado por James Franco, e que recomeçou a contar a história da conquista da Terra pelos símios, fez esquecer o fiasco proposto por Tim Burton em 2001.  O mérito é, em grande parte, do roteiro de Rick Jaffa, Amanda Silver e Mark Bomback, que definiram de maneira clara (ainda que estereotipada) as personalidades e motivações de cada personagem principal, seja humano ou símio. Além disso, privilegiaram a narrativa clássica tendo ao centro o bem x mal, atraindo em cheio o público que este tipo de público mira. 

Se no filme anterior Caesar cresce como uma cobaia que pouco a pouco vai ganhando a afeição do cientista que dirige os estudos para encontrar a cura para o mal de Alzheimer, aqui ele está isolado dos homens, depois de ter involuntariamente disseminado a vírus que praticamente destruiu toda a humanidade. A contextualização é feita através da apresentação de manchetes e telejornais que estampam as terríveis consequências do fracassado experimento.

Poster do filme "Planeta dos Macacos: O Confronto"Desta vez, Caesar (Andy Serkis) é o líder da comunidade dos macacos que vivem em um bosque perto de San Francisco, Califórnia. Auto-suficientes e cada vez mais inteligentes, vivem em harmonia até verem seus domínios serem invadidos por humanos que, sem energia, planejam reativar uma velha hidrelétrica danificada. Isso coloca os dois grupos em confronto. Caberá a Malcolm (Jason Clarke) e família conquistar a confiança de Caesar para atingir seu objetivo. Porém, em ambos os lados há quem prefira o combate: Dreyfus (Gary Oldman) e Koba (Toby Kebbell).

Tecnicamente perfeito,o filme não foge porém da atual tendência do chamado cinema-caos, com muitas explosões, tiroteios desvairados e, por isso, muito barulho. É notável o trabalho dos atores que representam os macacos, principalmente o protagonista, Andy Serkis, que já havia se destacado no filme anterior e em O Senhor dos Anéis (2001), de Peter Jackson, quando fez Smeagol. As expressões faciais e a intonação da voz impressionam. Já os personagens humanos não exigem de seus intérpretes grandes mostras de talento. Obviamente, a tecnologia tem um papel fundamental, mas a ênfase é dada ao comportamento dos dois grupos, e o questionamento sobre quem na verdade é o selvagem. A resposta será dada nos próximos capítulos.

Por Gilson Carvalho

Nota 9



Ficha Técnica

O Planeta dos Macacos: O Confronto (Dawn of the Planet of the Apes ) -131 min.
EUA – 2104
Direção:  Matt Reeves
Roteiro: Rick Jaffa, Amanda Silver, Mark Bomback
Elenco: Andy Serkis, Jason Clark, Gary Oldman, Keri Russel, Toby Kebbell, Kodi Smit-McPhee, Judy Greer, Kirk Acevedo, Karin Konoval 

Estreia: 24/07


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Mostra Surrealismo e Vanguarda


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Cena do filme "Um Cão Andaluz"
A mostra Surrealismo e Vanguarda ocupa o cinema do Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro de 23 de julho a 11 de agosto, trazendo alguns dos mais importantes nomes do gênero, tais como Luis Buñuel, René Clair, Germaine Dulac e Marcel Duchamp, entre outros. São mais de 50 títulos, entre curtas e longas metragens, que vão oferecer ao público, ao lado da exposição de Salvador Dali, a oportunidade de se aprofundar no movimento surrealista.

Ao longo de três semanas, serão exibidos filmes que formam um painel do movimento artístico que marcou  o período de 1920 a 1930, além de ter influenciado gerações subsequentes, até mesmo após a Segunda Guerra Mundial.

Entre os filmes do período do surrealismo (1920 a 1930) serão apresentados Entr’acte (1924), colaboração entre René Clair e Francis Picabia; Le Coquille et le Clergymen (1927), de Germaine Dulac; Le Retour à la Raison (1923), Le Etoile de Mer (1928) e Les Chutes des Mystères du Chatêau do Dé (1929), de Man Ray; Anemic Cinema (1925), de Marcel Duchamp; além de A Idade de Ouro (1930), de Buñuel.

No entanto, a influência atravessou gerações e continentes, e isso também é contemplado nesta mostra com a exibição de filmes como com Meshes of Afternoon (1943), At Land (1944) e Ritual in Transfigured Time (1946), de Maya Deren e nos curtas-metragens experimentais de Joseph Cornell (Rose Hobart), James Broughton (The Bed, The Cage) e Sidney Peterson (The Petrified Dog, The Potted Psalm).

Também na programação um debate sobre o assunto, com os críticos de cinema Luiz Fernando Gallego e Cristiana Miranda. Será no dia 8 de agosto, às 19h. 

Programação: http://culturabancodobrasil.com.br/portal/surrealismo-e-vanguardas/

Serviço

Mostra Surrealismo e Vanguarda

23 de julho a 11 de agosto
Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro
Rua Primeiro de Março, 66, Centro, Rio de Janeiro – RJ

R$ 4 e  R$ 2 (meia)

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