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Sétimo
O Hobbit As Aventuras de Paddington AS Férias do Pequeno Nicolau Irmã Dulce
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Entrevista coletiva - Loucas Para Casar


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Coletiva do Filme "Loucas Para Casar"



Era para ser uma entrevista coletiva, mas foi um animado e descontraído bate-papo, recheado de piadas e brincadeiras. Foi nesse clima que Ingrid Guimarães, Márcio Garcia, Tatá Werneck, Suzana Pires e a produtora Maíra Lucas se encontraram com a imprensa no último dia 16, num hotel da zona sul do Rio de Janeiro, para falar sobre Loucas Para Casar, de Roberto Santucci, que estréia em janeiro.
No filme, três mulheres querem se casar, todas com o mesmo homem. Cada uma delas tem uma personalidade completamente diferente das outras; por isso é que ele não consegue se decidir.  Malu (Ingrid) é a profissional perfeita; Lúcia (Suzana), uma stripper e Maria (Tatá), uma carola que adora cuidar da casa. Como objeto do desejo das três, Samuel (Márcio), um bem-sucedido empresário. À primeira vista, pode parecer uma história banal, mas o roteiro de Marcelo Saback reserva surpresas. E foi a originalidade que atraiu os atores.
Ingrid Guimarães disse que ao receber o texto, pensou que se tratava de mais um filme sobre casamento, do tipo das comédias românticas americanas, mas se surpreendeu com a criatividade, por isso aceitou na hora o convite para interpretar Malu. Para ela, casamento ainda é o sonho de muitas mulheres e se baseou em amigas que  nutrem esse desejo. “Na minha pesquisa vi como o casamento, essa festa, é importante para muitas mulheres no Brasil."
Para Suzana Pires, porém, casamento não é uma questão. Acha, porém que ainda há tempo. “Estamos vivendo até os 90 anos. Quem sabe lá pelos 60 encontro alguém com queira casar? Ainda vai ser um casamento bem duradouro,” brincou. Ela disse que deu um grito de entusiasmo ao ler o roteiro, e espera que o público tenha a mesma reação. Para compor a ousada Lúcia, ela teve aulas com uma stripper profissional que inclusive a ensinou a fazer pole dance, atividade que ela curtiu aprender.
Tatá Werneck afirma que também não sonha com véu e grinalda. “Fui casada por oito anos, e ainda pretendo me casar novamente, mas não tenho mais essa cobrança do tradicional. Venho de uma geração de mulheres muito independentes, que sempre trabalharam e não se casaram. Mas se achar um cara muito gato, me casar vou dizer: 'gente, mudei. '”.
Márcio Garcia disse que o roteiro bem amarrado e divertido também o conquistou de cara. Além disso, houve tempo para leituras e preparação. O ator disse que ficou com receio de cair no lugar comum ao fazer um homem cobiçado por várias mulheres, mas que ficou muito satisfeito com o resultado. Márcio, aliás, foi muito elogiado pelas atrizes, pela paciência para lidar com tantas mulheres – a comédia conta ainda com Fabiana Karla, Camila Amado e Guida Vianna, e por conhecer mais a técnica de filmagem, já que tem experiência como diretor. O ator devolveu os elogios. “Foi muito divertido, e até os poucos problemas acabavam sendo engraçados” 

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Crítica - Ouija - O Jogo dos Espíritos


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Ouija - O Jogo dos Espíritos é (mais) um filme de terror adolescente, realizado com relativo êxito, como vários lançados recentemente. Trabalha com clichês do gênero e com isso garante alguns sustos, mas não acrescenta nada. Vale a pena somente para quem busca diversão descartável, 

Quando crianças, Laine e Debbie brincavam com um tabuleiro Ouija, sem nenhum problema. Alguns anos depois, Debbie (Shelley Henning) comenta com a amiga que encontrou o brinquedo no porão; No dia seguinte, é encontrada morta, num aparente suicídio. Incrédula e inconformada com o terrível acontecimento, Laine (Olivia Cooke) decide convocar outros amigos para através do velho tabuleiro tentar contatar o espírito.da jovem, Inicialmente acredita que conseguiu, até perceber que ela e seus amigos correm perigo. 

"Ouija - O Jogo dos Espíritos" aposta em clichês e não acrescenta nada ao gênero


Cena do filme "Ouija, O Jogo dos Espíritos"O roteiro de Julie Snowden e Stiles White (que também dirigiu o longa) é previsível; a cada passo da protagonista é possível adivinhar o que vai acontecer. O bom início se dilui ao longo da narrativa. O ritmo se torna um pouco arrastado, não atingindo o timing que permite a construção do momento de tensão que antecede o terror. A direção do estreante White aposta na segurança, o que equivale a dizer falta personalidade. Com o material limitado de que dispõe, o elenco até que se sai bem, com destaque para a protagonista Olivia Cooke.

Como obteve boa arrecadação nos Estados Unidos, deve ter satisfeito seus produtores e diretor, abrindo a possibilidade de continuação, o que diz mais a respeito do público do que da produção. 

Por Gilson Carvalho

Nota 4


Ficha Técnica

Ouija - O Jogo dos Espíritos   (Ouija) – 89 min.
EUA , 2014
Direção: Stiles White
Roteiro: Stiles White, Julie Snowden
Elenco: Olivia Cooke, Daren Kagasoff, Douglas Smith, Shelley Hennig,  Matthew Settle, Claire Beale 


Estreia 11/12
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Crítica - O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos


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Cena do filme "O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos"
O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos começa exatamente onde termina o filme  anterior, A Desolação de Smaug, com o temível dragão destruindo a Cidade do Lago, numa seqüência eletrizante, digna do melhor já produzido por Peter Jacskon. E é a morte de Smaug que simboliza realmente o início do fim da saga protagonizada por Bilbo Bolseiro (Martin Freeman).
A terceira e última parte da trilogia desperta muita expectativa e talvez um grau de exigência maior que as anteriores. Afinal é a despedida de todos os heróis e suas incríveis aventuras, iniciadas em 2001 com O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel.  Assim sendo, A Batalha dos Cinco Exércitos proporciona o prazer esperado, ainda que cometa alguns deslizes
Por um lado, há um raro equilíbrio quase perfeito entre ação e narrativa, com os eventos acontecendo num ritmo confortável e coerente com o objetivo geral do filme e da trilogia.  Há, talvez, duas exceções: a seqüência em que Thorin cai em si e volta a ser o líder de sempre, um pouco forçada e confusa; e a incrível peripécia de Legolas no final da super-batalha contra os Orcs, mais uma ideia tão louca que acaba sendo considerada muito boa por alguns.

"A Batalha dos Cinco Exércitos" fecha com ação e emoção na medida certa a saga do Hobbit

Poster do filme "O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos"Por outro lado, há momentos em que se percebe falta de desenvolvimento, principalmente na participação de Galadriel (Cate Blanchet) Elrond (Hugo Weaving) e Saruman (Christopher Lee), num dos melhores momentos, porém curto demais.  Isso ocorre porque ao mesmo tempo que precisa amarrar diversas pontas, tem que encenar a tal batalha do título em que homens, anões, orcs e elfos pegam em armas para obter sua fatia do ouro de Erebor. O protagonismo é compartilhado por Thorin (Richard Armitage), o líder dos anões e Bard (Luke Evans), o heróico humano, com o auxílio de Gandafl (Ian McKellen) e do próprio Bilbo.
Tecnicamente, o longa é praticamente perfeito, tendo todos seus elementos muito bem combinados de modo a obter o efeito desejado;  as belas paisagens da Nova Zelândia muitas vezes mostradas em planos abertos, os detalhados e ricos cenários criados em computação gráfica, os incríveis efeitos visuais, a trilha sonora, que mistura suaves canções celtas e temas que reforçam a ação, o trabalho físico intenso e preciso dos dublês.
A seqüência final, em que Bilbo volta a sua casa e tem uma surpresa – ninguém contava com seu retorno, serve apenas para introduzir um pouco de cor e humor a uma história até aí cinzenta e violenta. E lembrar que, na verdade, é só o começo de outra saga, que todos conhecemos muito bem.
Por Gilson Carvalho
Nota 9
Ficha Técnica
O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos (The Hobbit: The Battle of the Five Armies) –144  min.
EUA/Nova Zelândia – 2014
Direção: Peter Jackson
Roteiro: Fran Walsh, Philippa Boyens, Peter Jackson, Guillermo del Toro, baseado na obra de J.R.R. Tolkien
Elenco: Ian McKellen, Martin Freeman, Richard Armitage, Luke Evans, Evangeline Lilly, Lee Pace, Ken Stott,  James Nesbitt, Aidan Turner, Dean O’Gorman, Graham McTavish, Orlando Bloom, Cate Blanchet, Christopher Lee, Manu Bennet, Benedict Cumberbatch
Estreia: 11/12

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7º Cine Fest Brasil-Canudos


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Começa nessa quarta-feira, dia 10 e vai até o dia 14, a mostra competitiva do 7º Cine Fest Brasil-Canudos, que esse ano encerra a temporada do Circuito Inffinito de Festivais 2014, Um telão a céu aberto tomará conta da principal praça da cidade do interior da Bahia – que não possui salas de exibição, atraindo diariamente milhares de pessoas para as sessões de cinema e também para oficinas gratuitas de fotografia, figurino, canto, entre outras.

A mostra competitiva conta com dez filmes, sendo apresentados um curta e um longa em cada sessão diária. Na abertura, serão exibidos Efeito Casimiro, de Clarice Saliby, e SOS Mulheres ao Mar, de Cris D’Amato; a seguir, A Queima, de Diego Benevides e Mato sem Cachorro, de Pedro Amorim; no terceiro dia é a vez de Paleolito, de Ismael Lito, e Cine Holliúdi, de Halder Gomes, no penúltimo, Lembrança de Maura, de Bruna Lessa e Serra Pelada – A Lenda da Montanha de Ouro, de Victor Jorge,. O encerramento será com A Navalha do Avô, de Pedro Jorge e O Menino no Espelho, de Guilherme Fiúza.
Além da mostra de filmes, o festival também programou oficinas gratuitas do dia 1º até o dia 12 dezembro, com os temas Fotografia, pó Mariana Vianna; Gravura e a Literatura de Cordel, por Paula Dager; Figurinos Recriáveis, por Nina Monteiro, Coral de Música, por Zé Alex e Criação de Super Lapinha por Kiti Soares.  As aulas são voltadas para alunos da 6a série do ensino fundamental ao 3o ano do ensino médio, que farão uma grande exposição na praça para mostrar o resultado final do trabalho para toda a população.
Desde que chegou a Canudos, em 2008, o festival reuniu cerca de 70 mil pessoas da própria comunidade e de cidades vizinhas. Um dos principais frutos do festival foi a inauguração do Cineclube Inffinito de Canudos, que completa cinco anos em 2014. São os próprios jovens moradores que coordenam a curadoria e a programação do Cineclube. 

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Palavra em movimento – Filmes e roteiros de Jorge Furtado


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Palavra em movimento – Filmes e roteiros de Jorge Furtado
Os 30 anos de carreira de Jorge Furtado serão comemorados com uma grande mostra de seus principais trabalhos na Caixa Cultural Rio de Janeiro. Palavra em movimento – Filmes e roteiros de Jorge Furtado, de 9 a 21 de dezembro, traz em sua programação filmes de curta e longa metragem, programas de TV, além de uma masterclass com o diretor e roteirista gaucho e diversos debates.

Vencedor do Urso de Prata no Festival de Berlim, em 1990, pelo curta-metragem Ilha das Flores, Furtado escreveu e dirigiu filmes de grande sucesso, como O Homem que Copiava (2003) - que alcançou mais de 600 mil espectadores, Meu Tio Matou um Cara (2004) e Saneamento Básico (2007).  Ele é responsável ainda  pela série Doce de Mãe, exibida pela TV Globo e protagonizada por Fernanda Montenegro, e pelos roteiros dos longas A mulher invisível, Clandestinos, Ó Pai ó, O coronel e o Lobisomem, Lisbela e o Prisioneiro, Os Normais, entre outros.

A mostra também é uma nova chance para assistir ao mais recente trabalho do diretor, seu primeiro longa-metragem documentário O mercado de Notícias, sobre jornalismo e democracia, que reúne depoimentos de importantes jornalistas brasileiros e esteve em cartaz em 2014. “

Um catálogo com informações de todos os filmes e transcrição de uma entrevista com Jorge Furtado foi produzido especialmente para o projeto e será distribuído a quem apresentar duas entradas na bilheteria. 

Programação completa e outras informações sobre a mostra serão disponibilizadas na página www.facebook.com/mostrajorgefurtado. 

Serviço

Palavra em movimento – Filmes e roteiros de Jorge Furtado
9 a 21 de dezembro de 2014
Caixa Cultural Rio de Janeiro – Cinemas 1 e 2
Av. Almirante Barroso, 25, Centro
(21) 3980-3815
Ingressos: R$ 2 e R$ 1 (meia)

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15ª Retrospectiva do Cinema Brasileiro do CineSesc São Paulo


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15ª Retrospectiva do Cinema Brasileiro do CineSesc São Paulo
A tradicional Retrospectiva do Cinema Brasileiro do CineSesc São Paulo chega à 15ª edição, trazendo, de 08 a 30 de dezembro, uma seleção de 43 longas-metragens dentre os 104 que foram lançados entre novembro de 2013 a outubro de 2014.

A programação conta com diversos gêneros – de animação a documentário, com produções que obtiveram grande sucesso de público, como Cine Holiúdy, de Halder Gomes, Getúlio, de João Jardim, e Tim Maia, de Mauro Lima, e outras que tiveram menos visibilidade, como Riocorrente, de Paulo Sacramento, O Homem das Multidões, de Marcelo Gomes e Cao Guimarães e De Menor, de Caru Alves de Souza.

Cada filme será exibido duas vezes e as sessões acontecerão entre 11h e 23h. A abertura será com O Exercício do Caos, de Frederico Machado, no dia 8, às 15h. Para mais informações e a programação completa da 15ª edição da Retrospectiva do Cinema Brasileiro, acesse a página oficial do Cine Sesc SP.

Serviço

Retrospectiva do Cinema Brasileiro
9 a 30 de dezembro
CineSesc São Paulo
Rua Augusta 2075- São Paulo - SP

Ingressos R$ 12, R$ 6 (meia) e R$ 3,50 (comerciários) 

http://www.sescsp.org.br/


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