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Transcendence
Planeta dos Macacos - O Confronto O Espelho O Grande Hotel Budapeste O Céu é de Verdade
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Mostra Imovision 25 Anos


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Mostra Imovision 25 Anos
De 24 a 30 de julho, acontece em São Paulo, a Mostra  Imovision 25, com premières dos lançamentos da distribuidora Imovision para o segundo semestre deste ano e a presença de diretores e grande elenco internacional.

Com exibição no Reserva Cultural, a mostra terá 14 filmes, sendo 7 deles inéditos no circuito nacional e os outros 7 em retrospectiva. A seleção das reprises foi realizada pelos mais consagrados críticos de cinema do Brasil, em um catálogo com mais de 300 títulos, que fizeram parte destes 25 anos de história da Imovision. Os sete filmes mais votados foram: Amor à Flor da Pele, A Fita Branca, Vincere, Cinema, Aspirinas e Urubus, Amor, Dançando no Escuro e A Separação.

Quem vai desembarcar no Brasil para participar das comemorações dos 25 anos é a atriz britânica Jacqueline Bisset, o cineasta norte-americano Abel Ferrara, do aguardado Bem-Vindo a Nova York; a atriz iraniana Golshifteh Farahani, de A Pedra de Paciência; o ator mirim Mathéo Boisselier, protagonista da seqüência do sucesso infantil As Férias do Pequeno Nicolau; o diretor francês de etnia cigana e argelina Tony Gatlif e a compositora Delphine Mantoulet, de Geronimo; a diretora, roteirista e produtora palestino-americana Cherien Dabis, de O Casamento de May; o cantor e compositor Martinho da Vila e o diretor Georges Gachot, de O Samba e a diretora mexicana Mariana Chenillo e a atriz Daniela Rincón, de Paraíso.

Programação completa: www.imovision.com.br/

Serviço

Mostra Imovision 25 ANOS
24 a 30 de Julho
Local: Reserva Cultural – Av. Paulista, 900, São Paulo - SP

Passaportes:
Sessão Retrospectiva: R$ 30,00 meia / R$ 60,00 inteira
(válido para os 7 filmes da Retrospectiva da Mostra 25 anos)
pré-estreias: R$ 70,00 meia / R$ 140,00 inteira
(válido para os 7 filmes em pré-estreia da Mostra 25 anos)

Ingressos avulsos:
Sessão Retrospectiva: R$ 8,00 / R$ 16,00
Pre-estreias: R$ 14,00 / R$ 28,00


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Crítica - Planeta dos Macacos: O Confronto


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Cena do filme "Planeta dos Macacos: O Confronto"
Planeta dos Macacos: O Confronto, de Matt Reeves, é a continuação de Planeta dos Macacos, A Origem, de 2011, de Rupert Wyat. O sucesso do filme estrelado por James Franco, e que recomeçou a contar a história da conquista da Terra pelos símios, fez esquecer o fiasco proposto por Tim Burton em 2001.  O mérito é, em grande parte, do roteiro de Rick Jaffa, Amanda Silver e Mark Bomback, que definiram de maneira clara (ainda que estereotipada) as personalidades e motivações de cada personagem principal, seja humano ou símio. Além disso, privilegiaram a narrativa clássica tendo ao centro o bem x mal, atraindo em cheio o público que este tipo de público mira. 

Se no filme anterior Caesar cresce como uma cobaia que pouco a pouco vai ganhando a afeição do cientista que dirige os estudos para encontrar a cura para o mal de Alzheimer, aqui ele está isolado dos homens, depois de ter involuntariamente disseminado a vírus que praticamente destruiu toda a humanidade. A contextualização é feita através da apresentação de manchetes e telejornais que estampam as terríveis consequências do fracassado experimento.

Poster do filme "Planeta dos Macacos: O Confronto"Desta vez, Caesar (Andy Serkis) é o líder da comunidade dos macacos que vivem em um bosque perto de San Francisco, Califórnia. Auto-suficientes e cada vez mais inteligentes, vivem em harmonia até verem seus domínios serem invadidos por humanos que, sem energia, planejam reativar uma velha hidrelétrica danificada. Isso coloca os dois grupos em confronto. Caberá a Malcolm (Jason Clarke) e família conquistar a confiança de Caesar para atingir seu objetivo. Porém, em ambos os lados há quem prefira o combate: Dreyfus (Gary Oldman) e Koba (Toby Kebbell).

Tecnicamente perfeito,o filme não foge porém da atual tendência do chamado cinema-caos, com muitas explosões, tiroteios desvairados e, por isso, muito barulho. É notável o trabalho dos atores que representam os macacos, principalmente o protagonista, Andy Serkis, que já havia se destacado no filme anterior e em O Senhor dos Anéis (2001), de Peter Jackson, quando fez Smeagol. As expressões faciais e a intonação da voz impressionam. Já os personagens humanos não exigem de seus intérpretes grandes mostras de talento. Obviamente, a tecnologia tem um papel fundamental, mas a ênfase é dada ao comportamento dos dois grupos, e o questionamento sobre quem na verdade é o selvagem. A resposta será dada nos próximos capítulos.

Por Gilson Carvalho

Nota 9



Ficha Técnica

O Planeta dos Macacos: O Confronto (Dawn of the Planet of the Apes ) -131 min.
EUA – 2104
Direção:  Matt Reeves
Roteiro: Rick Jaffa, Amanda Silver, Mark Bomback
Elenco: Andy Serkis, Jason Clark, Gary Oldman, Keri Russel, Toby Kebbell, Kodi Smit-McPhee, Judy Greer, Kirk Acevedo, Karin Konoval 

Estreia: 24/07


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Mostra Surrealismo e Vanguarda


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Cena do filme "Um Cão Andaluz"
A mostra Surrealismo e Vanguarda ocupa o cinema do Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro de 23 de julho a 11 de agosto, trazendo alguns dos mais importantes nomes do gênero, tais como Luis Buñuel, René Clair, Germaine Dulac e Marcel Duchamp, entre outros. São mais de 50 títulos, entre curtas e longas metragens, que vão oferecer ao público, ao lado da exposição de Salvador Dali, a oportunidade de se aprofundar no movimento surrealista.

Ao longo de três semanas, serão exibidos filmes que formam um painel do movimento artístico que marcou  o período de 1920 a 1930, além de ter influenciado gerações subsequentes, até mesmo após a Segunda Guerra Mundial.

Entre os filmes do período do surrealismo (1920 a 1930) serão apresentados Entr’acte (1924), colaboração entre René Clair e Francis Picabia; Le Coquille et le Clergymen (1927), de Germaine Dulac; Le Retour à la Raison (1923), Le Etoile de Mer (1928) e Les Chutes des Mystères du Chatêau do Dé (1929), de Man Ray; Anemic Cinema (1925), de Marcel Duchamp; além de A Idade de Ouro (1930), de Buñuel.

No entanto, a influência atravessou gerações e continentes, e isso também é contemplado nesta mostra com a exibição de filmes como com Meshes of Afternoon (1943), At Land (1944) e Ritual in Transfigured Time (1946), de Maya Deren e nos curtas-metragens experimentais de Joseph Cornell (Rose Hobart), James Broughton (The Bed, The Cage) e Sidney Peterson (The Petrified Dog, The Potted Psalm).

Também na programação um debate sobre o assunto, com os críticos de cinema Luiz Fernando Gallego e Cristiana Miranda. Será no dia 8 de agosto, às 19h. 

Programação: http://culturabancodobrasil.com.br/portal/surrealismo-e-vanguardas/

Serviço

Mostra Surrealismo e Vanguarda

23 de julho a 11 de agosto
Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro
Rua Primeiro de Março, 66, Centro, Rio de Janeiro – RJ

R$ 4 e  R$ 2 (meia)

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9º Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo


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 9º Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo
A produção cinematográfica mais recente da América Latina estará em destaque no 9º Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo, de 23 a 30 de julho, que terá ainda homenagens, encontros e debates. O festival será aberto no dia 23, às 20h30m, com uma sessão (exclusiva para convidados) do longa-metragem inédito O Chaveiro, da diretora argentina Natalia Smirnoff, que estará presente.

A partir do dia 24, com programação inteiramente gratuita, seráo exibidos 114 filmes, representando 16 países da América Latina e do Caribe. São nove salas: Memorial da América Latina, Cinesesc, Cine Olido, Centro Cultural São Paulo (salas Paulo Emílio e Lima Barreto), Cinemateca Brasileira, Cineclube Latino-Americano, Centro Cultural da Juventude e Centro Cultural Penha.

São diversas mostras: Contemporâneos, Homenagem Martina Guzmán e Pablo Trapero, Homenagem Leandra Leal, Homenagem Sílvio Tendler, Escolas de Cinema CIBA-CILECT, Docs Musicais América Latina, Cinema Mudo Latinoamericano.

O Seminário Nuevas Ventanas terá temas variados, tais como Plataformas Públicas de Distrituição do Audiovisual Latinoamericano, Plataformas de Vídeo Online e Novos Meios de Produção e Distribuição de Conteúdo,  O Universo das Smart TVs. Cenário e Possibilidades Para a Distribuição de Conteúdo nas TVs Conectadas,  Plataformas de VOD da América Latina – Novos Caminhos na Distribuição Digital Latino Americana,  Janelas Independentes de Distribuição Ondemand – Novas Possibilidades para a Distribuição e Exibição,  Novas Propostas de Linguagem do Cinema Latino-Americano. Haverá ainda as mesas Coprodução Internacional e Cinema da Vela – Novas Propostas de Linguagem do Cinema Latino-Americano.

Os artistas homenageados também estarão presentes ao Festival:  a atriz brasileira Leandra Leal no dia 27, às 17h, no Memorial da América Latina (Área de Convivência); o diretor brasileiro Sílvio Tendler, no dia 28, às 21h   no Memorial da América Latina (Praça Cívica), e o diretor e podutor Pablo Trapero e a atriz e produtora Martina Guzmán, ambos argentinos, no dia 29 de julho, às 11h no CineSesc.

Programação completa: www.festlatinosp.com.br

Serviço 

Memorial da América Latina
Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664 - Portões 02 e 05 - Barra Funda
(11) 3823-4600

Cinemateca Brasileira 
Largo Senador Raul Cardoso, 207 - Vila Clementino
(11) 3512-6111

CineSesc
Rua Augusta, 2075 - Cerqueira César
(11) 3087-0500

Centro Cultural São Paulo
Sala Paulo Emílio e Sala Lima Barreto
Rua Vergueiro, 1000 - Paraíso
(11) 3397-4002

Centro Cultural da Juventude
Avenida Deputado Emílio Carlos, 3641 – Vila Nova Cachoeirinha
(11) 3984-2466

Cine Olido
Avenida São João, 473 – Centro
(11) 3331-8399

Centro Cultural Penha 
Largo do Rosário, 20 - Penha
(11) 2295-0401

Cineclube Latinoamericano
Memorial da América Latina
Av. Auro S. de Moura Andrade, 664 Portão 8 - Barra Funda
(11) 3823-4600

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Crítica - Filha Distante


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Cena do Filme "Filha Distante"Acertar as contas com o passado nunca é uma tarefa fácil. Em compensação, rende bons argumentos. Como o de Filha Distante, de Carlos Sorín, em que o protagonista, Marco Tucci (Alejando Awada), vai até o fim do mundo (na verdade, um pouco antes) para reconciliar-se com a filha Ana (Victoria Almeida).

Essa dupla viagem, real e metafórica, acontece quando Marco, um homem maduro, dirige até Puerto Deseado, na Patagônia, numa aparente viagem de turismo. Pelo caminho, vai encontrando pessoas peculiares, como a lutadora de boxe e seu treinador, os jovens colombianos que estão viajando por toda a América do Sul, o barqueiro que o levará a alto mar para pescar tubarões.  Assim, aos poucos, vamos descobrindo coisas a seu respeito: tem 50 anos, mora em Buenos Aires, é representante de vendas, já foi alcoólatra, tem uma filha.  A pesca de tubarões é a justificativa para estar ali. Mas Marco nunca pescou, nem tem equipamento adequado. Do mesmo modo, tem que aprender como lidar com uma questão familiar mal resolvida. 

"Filha Distante": narrativa simples e sutil dissimula profundidade dos sentimentos de um homem comum


Poster do filme "Filha Distante"
O cinema de Sorín vai na contra-mão da maioria da produção atual; é lento e tem diálogos aparentemente banais. Não há grandes dramas nem sentimentalismo; só pequenas histórias que funcionam como peças de um quebra cabeças. Para montá-lo, é preciso ter paciência e não esperar uma virada dramática. E como se fosse a vida, ou o que se vê dela, mais o que é possível intuir a partir desses sinais manifestos. O resto, o que importa, fica escondido dentro de cada ser/personagem.

Awada atua com precisão, num registro que faz tudo ser crível como se fosse mesmo a realidade. O restante do elenco, formado na maioria por não profissionais, reforça essa impressão de naturalidade. As locações – a desértica, fria e bela Patagônia, enquadra de modo perfeito as idéias e sentimentos do personagem.

Um porém é, mais uma vez, a falta de imaginação de distribuidores brasileiros, que meio que tira a graça. O título original, Dias de Pesca, é uma metáfora da essência da história. Não se sabe por que, decidiram trocá-lo pela obviedade.

Por Gilson Carvalho

Nota 7


Ficha Técnica

Filha Distante (Días de Pesca) – 78 min.
Argentina – 2014
Diretor: Carlos Sorín
Roteiro: Carlos Sorin
Elenco: Alejandro Awada, Victoria Almeida, Diego Caballero, Daniel Keller, Oscar Ayala

Estreia: 17/07



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6º Paulínia Film Festival



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Dois anos depois de desativado, o Polo Cinematográfico de Paulínia reabre suas portas para abrigar o Paulínia Film Festival, de 22 a 27 de julho.  O evento exibirá nove longas e oito curtas-metragens brasileiros e, pela primeira vai promover uma mostra especial com filmes estrangeiros, além do Festivalzinho, com filmes infantis.

A pré-estreia mundial da cinebiografia Não Pare na Pista - A Melhor História de Paulo Coelho, dirigida por Daniel Augusto, abre o evento no dia 22, no Theatro Municipal Paulo Gracindo.

Entre os longas metragens, estão os documentários Neblina, de Fernanda Machado e Daniel Pátaro, e Aprendi a Jogar com Você, de Murilo Salles; e as ficções Infância, de Domingos Oliveira, Boa Sorte, de Carolina Jabor, Casa Grande, de Fellipe Barbosa, Sangue Azul, de Lírio Ferreira, A História da Eternidade, de Camilo Cavalcante,Castanha, de David Pretto, e Sinfonia da Necrópole, de Juliana Rojas.

Na categoria de curtas-metragens, estão De Bom Tamanho, de Alex Vidigal, Edifício Tatuapé Mahal, de Carolina Markowicz e Fernanda Salloum, Jessy, de Paula Lice, Rodrigo Luna e Ronei Jorge, 190, de Germano Pereira, O Clube, de Allan Ribeiro, Bom Comportamento, de Eva Randolph, O Menino que Sabia Voar, de Douglas Alves Ferreira, e Recordação, de Marcelo Galvão..

O Festivalzinho reúne seis filmes infantis: Amazônia, de Thierry Ragobert, Meu Pé de Laranja Lima, de Marcos Bernstein, O Pequeno Nicolau, de Laurent Tirard, Zarafa, de Rémi Bezançon e Jean-Christophe Lie, A Guerra dos Botões, de Yann Samuell, e Minhocas - O Filme, dirigido por Paolo Conti e Arthur Nunes.

No encerramento do festival, o cineasta Cacá Diegues será homenageado pelo conjunto da obra. Na ocasião, ele lança sua autobiografia Vida de Cinema - Antes, Durante e Depois do Cinema Novo. Também haverá a exibição do filme americano Bem-vindo à Nova York, de Abel Ferrara, baseado no escândalo envolvendo o economista e político francês Dominique Strauss-Kahn. No papel principal o ator francês Gérard Depardieu. A sessão contará com a presença do diretor e parte do elenco.

www.pauliniafilmfestival.com.br
6º Paulínia Film Festival 
22 a 27 de julho
Theatro Municipal Paulo Gracindo
Av. Pref. José Losano Araújo 1551, Paulínia – SP

Entrada gratuita

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